Spotify ou por que eu não pirateio música

Desde que a internet surgiu, vários foram os modos de copiar cultura com direitos autorais. Começou com as músicas, depois vieram os filmes. O pessoal dava um jeito de fazer o download sem pagar, seja por meio de P2P (Kazaa, Limewire, Morpheus… lembram?) ou por download direto. Enfim, internet é sinônimo de cópia não autorizada. E foi assim por muitos e muitos anos. Tamanho foi o impacto, que o lucro das produtoras, gravadoras e artistas caiu bastante. Era fácil, com apenas alguns cliques você ouvia qualquer faixa de qualquer álbum que quisesse. Ô vida boa! Tudo grátis! Aqui no Brasil essa pirataria desvairada era ainda mais potencializada, pois os preços de CDs originais eram impraticáveis (nesse ponto é bom fazer uma menção honrosa aos CDs piratas de camelô, que pode-se dizer que nasceu junto – ou antes – da onda de downloads ilegais).

Anos depois, surgiu o YouTube, onde os clipes coexistiam com as músicas. Era uma bagunça, qualquer um fazia o upload da música da forma que quisesse, sem limites. E quem se ferrava mais uma vez eram os artistas e a indústria da música. Com o tempo o YouTube foi impondo regras e tudo se normalizou: agora somente quem é autorizado (na maioria dos casos é a própria gravadora) pode upar os clipes/músicas. Acredito que não tenha freado de vez a pirataria online, mas pelo menos o site fez sua parte. Ainda assim, muita gente ainda faz o download da música direto do YouTube. Ou seja: a pirataria sempre vai existir, não importa os impedimentos que surjam. Quem quer fazer coisa errada, consegue fazer coisa errada.

Eis que, com o aumento da banda da internet, vários serviços que eram in loco foram aos poucos migrando para a nuvem. Um desses serviços foi a música (hoje muito chamado de streaming). Com a tecnologia atual, não é necessário mais fazer o download. Agora você pode ouvir diretamente do servidor, embora muitos dos aplicativos permitam fazer o download para você escutar suas músicas offline. Foi uma mudança significativa na indústria musical. Atualmente, qualquer artista pode publicar seus trabalhos na internet para qualquer pessoa escutar, facilitou bastante.

Spotify!
Spotify it!

Nessa onda surgiram os aplicativos de música via streamig, que é o caso do Apple Music, Deezer e Spotify (entre dezenas de outros). Eu fiz essa introdução acima para falar um pouco sobre esse último. Há muito e muito tempo que eu já não baixava música ilegalmente (não entrarei nos detalhes morais, legais e éticos) e esse aplicativo me veio a calhar. Posso ouvir praticamente qualquer faixa de qualquer álbum, no meu celular, a quase todo momento!

Um pouco sobre o Spotify

Comecei a usá-lo logo quando foi lançado, apenas para testar. Foi uma mão na roda, pois eu podia escutar praticamente qualquer música, de forma gratuita, sem precisar fazer o download e, o melhor de tudo, legalmente. O app, para quem usa a versão grátis, apresenta algumas propagandas entre as faixas, nada que atrapalhe.
Após um tempo optei pela versão paga: R$ 18,00 por mês para eu escutar livremente e ainda poder fazer o download para ouvir quando estivesse offline. Assinei o pacote premium e estou até hoje. Atualmente, estou o pacote família, que custa R$24,00 mensais. Esse pacote permite que seis pessoas utilizem as vantagens do plano pago. Eu dividi com seis familiares e ficou mais barato ainda para mim: R$4,00!

Aonde eu quero chegar

Pessoal, o que quero dizer com tudo isso é: mesquinhez tem limite. Ser Poupador fazendo download ilegal de música, por exemplo, não é uma das melhores atitudes, concordam? Se você gosta de música, opte pelo honesto e legal: compre o CD do artista (dessa forma você valoriza seu trabalho) ou assine algum aplicativo de streamig. Seu bolso talvez fique vazio, mas sua consciência estará limpa. E outra, R$4,00 por mês não é caro. Poupe de outras maneiras!

Ouvir música via Spotify

Pacote FREE: R$0,00 por mês
Permite você ouvir qualquer música, mas não pode fazer o download. Além disso, tem “propagandas” entre as faixas. Caso você não se incomode com isso, vá de Free!

Pacote Premium: R$24,00 por mês para até seis contas (R$4,00 por conta)
Permite você fazer o download de quantas músicas quiser (respeitando a memória interna do seu dispositivo, óbvio). Sem propagandas.

Por que eu gasto dinheiro com isso?

Já disse. Eu prefiro investir um pouquinho na minha cultura/lazer e ter a consciência limpa ao não piratear. Além disso, baixar música ilegamente dá mais trabalho que usar os apps!
Eu não sou o paladino da justiça, moral e bons costumes. Longe disso! Só quer expor para vocês essa opção de gastar pouco e ouvir muita música de forma lícita.

Espero que tenham gostado do artigo. Instalem aí o Spotify, ou o Deezer, e testem. Talvez vocês gostem!

Um abraço!

Perdi R$12,98: como, por quê e como evitar o desperdício

Olá amigos,

 

hoje vou contar um causo que aconteceu comigo e fiquei bem chateado. Eu praticamente joguei no lixo R$13.

Bom programinha
Senta aí que lá vem o causo

 

O que aconteceu

Tempos atrás eu adquiri um Kindle (aparelho leitor de livros da Amazon) e, para se ter acesso aos e-books, é necessário criar uma conta no site. Beleza, fiz a conta, inseri meu cartão de crédito, comprei um livro ou outro, coloquei uns PDFs que eu já tinha et cetera. Tempos depois eu vendi o Kindle, mas essa história conto depois. Minha conta continuou lá e meu cartãozinho também.

Depois de um tempo, vi que a Amazon estava dando e-books para leitura no seu aplicativo para celular (também chamado de Kindle). Como era uma lista imensa de e-books gratuitos, saí clicando em todos a torto e a direito sem nem ler o título do livro, tampouco seu gênero (naquele momento eu não queria saber de ler, queria era acumular o maior número de livros grátis na minha conta, hueragem pura).

Fui dibrado pela ganância.

Rei do dibre
Caí no dibre

 

Na meiuca dos livros grátis, tinham alguns livros que ERAM PAGOS. Não sei se eles voltaram a ser pagos em algum momento, ou eles estavam listados errados, mas acabei comprando esses livros sem querer.

Mas não tem uma página de confirmação?

Não, por que estava configurado a tal de “Compra com um clique”. Era só clicar e já debitava na hora no meu cartão de crédito.

Foi triste.

sad dog is sad
A “compra com um clique” estava ativada e eu não percebi.

Só reparei o erro quando as notificações do app do meu cartão começaram a aparecer no celular. Tremi as bases.

Como resolvi

No desespero, contestei a compra no app do cartão de crédito. Alguns dias depois me informaram que o valor não pode ser estornado por que já fora cobrada (debitada) na minha fatura.

O pessoal do cartão me recomendou que entrasse em contato com a Amazon, mas não quis fazer isso. Ia dar dor de cabeça.

Perdi os treze por que quis.

Como evitar que aconteça

A princípio, cancelei a tal “Compra com um clique” na Amazon. Também fico bem mais atento ao sair clicando nos links dos sites de compra.

 

Quais lições aprender com esse deslize

Ter muita atenção nos sites de compras pela internet. Observar se eles salvam seu cartão de crédito e se eles tem a opção de “Compra com um clique” (aka “Compra rápida”, e por aí vai).

A sugestão é não salvar os dados do cartão nunca, para não acontecer isso que aconteceu comigo, e também para não se comprar coisas no impulso, no desespero, bêbado.

 

E é isso, pessoal. Fica aí mais uma dica para vocês.

Fiquem atentos.

Até a próxima!