Controle Financeiro com Excel para iniciantes

Esse post é um publieditorial.

Aqui no meu trabalho, tenho um colega que, apesar de ser contador, me abordou um dia e disse “Oi, MP, bão? Seguinte, cara… sei que você é da área de TI e vou te dar uma sugestão: se você fizesse um aplicativo de controle financeiro você ia ficar rico!”.

O desenvolvimento de aplicativos móveis não é objeto desse texto, e sim uma coisinha só: até um contador (que, regra geral, tem muita afinidade com os números) tem dificuldades e às vezes quebra a cabeça para organizar suas finanças pessoais.

Já citei aqui no blog sobre o aplicativo GuiaBolso que, apesar de ser muito útil para mim, em algumas funcionalidades deixa a desejar.

Então, voltando ao meu colega. Ele é contador, trabalha com planilhas e números o dia inteiro e ainda assim tem uma resistência, uma dificuldade quando vai por no papel (ou no computador) suas finanças pessoais.

“A minha planilha é muito complexa”, disse.

Muitas pessoas apelam para o bom e velho Excel. Essa ferramenta da Microsoft é poderosíssima (é sério, você não tem noção do tamanho do poder do Excel. Acho que nem o Bill Gates sabe!). Enfim, o Excel pode te ajudar em dezenas de milhares de tarefas, inclusive seu controle financeiro doméstico.

Eu usei o Excel por muitos e muitos anos (lembro até hoje, o nome da minha planilha se chamava “Orc”, de “Orçamento”, mas toda vez que eu a via eu lembrada dos “Orcs” do Warcraft II).

Não é esse orc não, MP. É o orc do Controle Financeiro.

No Excel, você pode dividir os meses em planilhas diferentes, lançar tudo na mão e consolidar os dados em uma página inicial que te dá uma overview de tudo. É excepcional.

Para você que gosta de ter um controle maior sobre os números, não tem ferramenta melhor.

Além disso, no próprio Excel você pode criar suas planilhas de Independência Financeira. Eu uso a planilha do AdP para monitorar o andamento do meu patrimônio (é uma baita planilha, diga-se de passagem).

Um pouco sobre minhas planilhas

Estudos 2017

Salvo aqui os tópicos sobre tecnologia da informação (linguagens de programação) que quero aprender durante o ano. Tem também detalhes sobre os programas de pós-graduação que desejo tentar entrar. O Excel me ajuda a organizar as ideias.

Além disso tem uma lista de línguas que desejo desenvolver. Atualmente tenho Inglês e Espanhol. Esse ano fecho a primeira.

Home

Planilha principal. Aqui controlo todas as receitas e despesas e tudo o mais relacionado à minha casa. Tenho gráficos, porcentagens e zilhões de cálculos. Muito bom!

Divido as despesas e receitas em categorias e unifico tudo na dashboard principal. Tenho controle sobre quase tudo!

Para você que quer economizar, investir e aumentar o patrimônio, é obrigatório ter uma planilha dessas.

IF

É a planilha do AdP com algumas customizações próprias. Acesso praticamente uma vez ao mês, para lançar os aportes e descobrir quanto cada investimento rendeu.

Obviamente, IF significa Independência Financeira.

Nota para posteridade: não que a planilha do AdP seja ruim; ela é ótima, mas preciso desenvolver minha própria planilha de IF do zero, e passar aqui para vocês. Além de eu ficar mais seguro quanto as informações nela dispostas, já dá um belo de um post, não acham?

Web

Nessa planilha eu controlo os meus trabalhos extras de TI, inclusive nessa Pasta de Trabalho eu tenho uma planilha de controle financeiro somente dos meus trabalhos extras. Uma maravilha. É um orçamento dentro de uma grande planilha que tá dentro da pasta planilhas. É praticamente um inception de fórmulas hahaha.

Não vou detalhar todas as minhas planilhas, só estou tentando te mostrar o poder da ferramenta Excel. Tem gente que gosta de agrupar todas as informações em uma só, tem gente que prefere dividir.

Cada caso e um caso, você que adapta a ferramenta à sua necessidade.

Aprendendo Excel

Muita gente vê o Excel e pensa “Nossa, que tanto de números, fórmulas e células. Eu sou leigo, não sei nem desligar meu computador em segurança, imagina ‘pogramar’ nessa équiscéu, tá é doido, vou voltar para minha ‘Beth, a feia’, por que no episódio de hoje ela vai no salaum de beleza HU3HU3HU3”.

Gente, não é assim. o Excel é uma ferramenta como todas as outras. Exige um pouco do usuário no início, mas depois que você pega o espírito da coisa, daí é igual a zoeira, sem limites.

Eu nunca mexi muito no Excel. Porém, durante a faculdade teve um mini-curso presencial o qual participei, e adorei. Aprendi muitos macetes interessantíssimos. Gostei tanto que depois fiz um novo curso, dessa vez online, sobre Controle Financeiro (consegui um cupom de 100%, ou seja, ia aprender a poupar poupando).

O jabá

Apenas para registro, o curso que fiz é esse aqui e está com 100% de desconto. Utilize o cupom FORUM.

Controle Financeiro
Aprenda a poupar com o professor do Mestre Poupador. Controle Financeiro na sua casa já!

Não é uma pegadinha e não tem partes pagas. O curso inteiro está com 100% de desconto. Entre no site e veja, ele tem 5 estrelas. O pessoal gosta bastante. Recomendo.

Nesse curso você vai aprender a fazer seu Plano de Contas Gerencial, desenvolvendo sua capacidade de gerenciar seu capital.

Vou colar aqui algumas coisas que o curso propõe a ensinar:

  • Conceitos relativos a controle financeiro como receitas, despesas e fluxo de caixa.
  • Entender porque o ciclo PDCA (emprestado da Administração) é seu amigo.
  • Trabalhar com a planilha de Plano de Contas Gerenciais
  • Fazer lançamentos de entrada e saída e editar lançamentos na planilha
  • Construir a planilha espelho que conterá os resumos dos lançamentos mensais
  • Algumas dicas legais de uso do excel em geral (Sabe usar o F12 né?)
  • Montar a planilha anual com as contas a pagar e receber de cada mês.
  • Entender os 7 “baby steps” de Dave Ramsey para o controle financeiro
  • Como fazer simulações de investimentos e aproveitar o tempo a seu favor (esse item o MP gostou bastante)

 

Amigos, o blog ajuda você a economizar, então estou fazendo isso duplamente: primeiro, estou te recomendando um curso que vai te ensinar a controlar suas finanças e, consequentemente, economizar. Segundo, o curso é grátis!

Aproveite e vá aprender Excel!

Esse post é um publieditorial.

Como ganhar renda extra: a busca do Santo Graal da Independência Financeira

Um dos assuntos mais comentados na blogosfera financeira, aka Finansfera, é a tal da Renda Extra. No contexto desse post, Renda Extra se difere de Renda Passiva, que são os rendimentos obtidos pelas aplicações, sem trabalhar ou quebrar a cabeça para isso, ou seja, renda passiva mesmo. O que quero comentar hoje é sobre a Renda Extra, aquela que você ganha fazendo “bicos” ou trabalhos importantes fora do horário comercial ou fora do seu ambiente de trabalho normal (titular).

Como ia dizendo, a busca pela melhor forma de Renda Extra é bem comentada na Finansfera, e também fora dela. Já li sobre muita coisa, e também já tentei muita coisa. Vamos tentar esclarecer alguns pontos de vista aqui. Aguardo vocês nos comentários.

Renda extra
Shut up and give me minha Renda Extra!

Por que buscar a Renda Extra?

Qual motivo leva as pessoas a buscarem um dinheiro extra? Podemos observar que nem todos a buscam, por que muitas pessoas já estão satisfeitas com seu salário atual e preferem praticar algum hobby ou descansar no tempo livre. Outras usam o tempo livre para fazer faculdade ou alguma pós-graduação, nada mais natural.

Mas e aquelas pessoas as quais o trabalho atual não demanda tanto esforço físico e mental e conseguem ter energia para dispender atenções para outros projetos? Esse é o ponto. Algumas pessoas sentem que tem energia e podem produzir o suficiente para tirar um extra ao final do mês.

O fato de chegar em casa após um dia de trabalho e não ter nada produtivo ou recompensador para fazer pode ser a pior tortura do mundo. Nem todos chegam esgotados em casa após um dia de trabalho e querem tentar dar um up na carreira ou no orçamento.

E mais, tentar obter renda extra fora do horário de trabalho (à noite) não é regra. Muitos conseguem produzir algo durante o tempo do trabalho principal. Por exemplo, aquelas pessoas que trabalham com internet e tem um computador e tempo de sobra (às vezes) no trabalho.

Ok, aí acima eu tentei descrever a motivação do cidadão para buscar um extra. Mas e agora? O que fazer? Energia e tempo já se tem, o que falta agora é o principal: o que the hell eu vou fazer?

Qual a melhor forma de se obter Renda Extra?

Freelancer

Muitos profissionais hoje em dia, com a ajuda da interwebs, podem tirar um extra fazendo bicos, trabalhos freelancer por aí. Designers, redatores, tradutores, desenvolvedores… muita gente consegue tirar um dinheiro trabalhando sem horário fixo.

Existem muitos sites por aí que dão essa possibilidade: ao contratante, dá uma forma de encontrar mão de obra; ao freelancer, dá a possibilidade de encontrar projetos. Dê uma fuçada e crie seu perfil… vai que.

Só fique atento para não se candidatar a projetos grandiosos demais, os quais te tiraria muito do seu tempo e sua energia. Pondere e pense muito, ok?

Dar aulas

Existem os tipos de profissionais carismáticos e com a didática no sangue. Gostam de pessoas, gostam de falar em público e tem uma tremenda capacidade de ensinar. Para essas pessoas não há nada melhor que dar aulas, e opção não falta: mande currículo para escolas, para universidades, para sites (hoje em dia as aulas online aumentaram muito). Crie um site para dar aulas! Boa ideia, hein?

Enfim, acredito que não falta oportunidade, só se tem que achar o caminho certo.

Há alguns casos onde o salário das aulas se equipara ao salário do trabalho “principal” da pessoa. Vale a pena!

e-Business

Os comércios digitais invadiram as vidas das pessoas de uns anos pra cá. E esse nicho realmente pode ser uma boa sacada. O problema é ter tempo no início para se dedicar bastante.

Fazer uma carta de venda, prestar suporte, configurar o site, fazer backup, configurar o Google… Não é fácil, mas depois de pegar o fio da meada, pode ser que a poeira abaixe.

O problema do e-Business é que se deve ter bastante expertise e know-how. Talvez valha a pena abrir um negócio online apenar para diversão e aprendizado (com certeza se aprende muito). Porém a dor de cabeça de talvez precisar instituir uma Pessoa Jurídica, contratar um contador e declarar o Imposto motherfucker de Renda, talvez faça as pessoas desistirem.

Enfim, é uma opção. Existem milhares de programas de afiliados por aí. O Google Adwords também pode te ajudar a divulgar sua barraquinha online.

Vender “a porrah da uva”

Ontem eu li um texto de um colega blogueiro, o Mestre dos Centavos, e ri bastante quando ele disse “Vendendo uva!!! Isso mesmo, a porrah da uva!”. Ele se referiu a capacidade que a fruta tem de dar retorno financeiro quando tudo conspira a favor (localização do vendedor, por exemplo).

Palavrões e piadas a parte, hehehe, quero ilustrar com esse tópico (leia o artigo do camarada também) que há dinheiro em todo lugar. A pessoa só tem que fazer a coisa certa e espremer os centavos de tudo quanto é canto.

Dedicação, inteligência e competência: talvez com a junção desses três fatores possa trazer uma grana para você, seja de uvas, seja de aulas, seja de comércios eletrônicos.

Da Renda Extra versus Concurso Público

Em alguns casos, a pessoa prefere investir seu tempo e energia em conhecimento. Conhecimento para ser aprovado em algum Concurso Público, por exemplo. Os concursos públicos são uma das formas mais procuradas de trabalho, devido a sua estabilidade e, em alguns casos, remuneração melhor que a da iniciativa privada.

O problema de estudar para concursos, se é que podemos chamar de problema, é o foco. Para passar em um bom certame é necessário muito tempo de estudo. E aquela bendita reflexão sempre bate à nossa porta: “enquanto me mato nesses livros, eu poderia estar fazendo muita coisa melhor”. A sensação de “tempo perdido” deixa um grande vazio dentro da pessoa. É necessário muito equilíbrio e determinação para escolher esse caminho.

Atualmente eu sou servidor público federal e já passei por isso. Estudei focado por 6 meses para um grande concurso, mas após alguns acontecimentos na minha vida tive que dar uma pausa. Essa pausa me fez refletir um pouco e, atualmente, trabalho como autônomo em TI, como forma de obter renda extra.

Nada impede de voltar a estudar para concursos futuramente. Eu me sentia bem motivado, na verdade. Aprender coisas novas a cada dia é bem recompensador. Mas para estudar assim é preciso foco, tempo, energia, dedicação e dinheiro. Tudo isso somado!

Enfim, caso você opte por esse caminho, boa sorte! É um tiro que, se você acertar, ganha a estabilidade necessária para buscar outros projetos “por fora” mais tranquilamente.

O problema do foco

Renda extra.
Renda Extra: mantenha o foco.

A palavrinha mágica, que citei em quase todos os tópicos acima, e cito em quase todas as minhas postagens é foco. Sem ele, nada somos. E alcançar esse cálice sagrado da super concentração a longo prazo é difícil, pelo menos para mim.

Estudar a tecnologia XYZ ou a ABC? Criar um novo site que vende Frangos Albinos ou uma rede social para Blogueiros Tetudos? Da mesma forma que o mundo atual nos oferece uma enxurrada de opções, nossa cabeça fica perdida para decidir em que apostar todas as fichas. Mas, afinal, é necessário escolher uma coisa só? Não é possível ser focado em tudo? Ou ter um foco mais abrangente, por exemplo, “focar em ganhar dinheiro extra” ou “focar em vários pequenos empreendimentos” ?

É uma discussão que daria várias e várias linhas e comentários. O que é preciso para termos foco? Devemos fechar os olhos para todas as outras opções que a vida/internet/globalização/mercado nos dá?

Até hoje, meu amigo, eu não descobri.

Dedicação e disciplina realmente dá resultado?

Parece história de contos de fadas: a pessoa nasceu pobre, estudou em escola pública, catava latinhas para sobreviver, estudava no tempo livre e  conseguiu passar em medicina na melhor faculdade do Brasil. Não estou querendo minimizar ninguém, muito longe disso. O que eu quero é ilustrar um consenso mundial do “work hard”. Até que ponto devemos trabalhar duro, dedicar e investir tempo e energia em algum negócio (seja estudo, empreendimentos, relacionamentos) para que ele dê resultado? E se ele nunca der resultado?

Eu acredito que quando se trabalha com disciplina, dedicação e foco sempre há um resultado. Talvez não um resultado financeiro, mas com certeza um resultado intelectual. O tanto de coisa que se aprende quando se envolve em algo é surpreendente, é quase uma nova faculdade. É a vida jogando seu jogo.

Conclusão

Procure um nicho interessante e aposte sua energia e seu tempo nele, o mínimo que você vai ganhar é muito conhecimento e experiência. Eu penso dessa maneira, tanto que já tive milhares ideias na vida e nenhuma definitivamente “foi para frente”, digamos assim.

O que interessa é o quanto você aprendeu para evitar os erros futuros. Um dia a gente acerta a mão e descobre o Santo Graal da Independência Financeira.

Com certeza não é da noite para o dia, nem como mágica, porém existem nichos mais propensos a dar resultado do que outros. Nos resta achar um ramo específico e trabalhar em cima. Seja para desenvolvimento intelectual, emocional, profissional.

Abraço.

Aumentei minhas receitas, e agora?

Acredito que um dos maiores males da saúde financeira é o efeito “aumentar despesas à medida que aumentar as receitas”. É um processo natural do homem: buscar mais conforto para ele e para sua família sempre. O maior problema de sempre querer mais é que, se um dia, por algum acaso, formos obrigados a ter menos, a coisa complica.

Imagine a seguinte situação hipotética. Joãozinho das Couves recebia R$2.000,00 mensais. Ele gastava com aluguel de sua casa, internet e telefone, combustível e supermercado R$1.500,00 por mês. Depois de dois anos de trabalho duro ele consegue uma promoção e seu salário vai para R$2.500. O que, naturalmente, Joãozinho faz? Se ele se deixar levar pelo instinto humano, vai ficar mais confortável para adquirir novos passivos. Ele vai lá e compra um carro zero, com um financiamento em 36 vezes de R$600,00.

Ele recebeu aumento? Sim. Vai ter uma vida mais confortável? Sim. Sua saúde financeira melhorou? Não, tá na mesma. Ganhar R$1.000 e gastar R$900 é o mesmo que ganhar R$1.000.000 e gastar R$900.000.

Não importa o quanto você ganha

A saga de todo ser humano é sempre ganhar mais. Ter altos salários é a única preocupação de um funcionário, de alguém que está no mercado de trabalho. O problema é que, com os altos salários, vem as altas despesas.

A mentalidade austera é que define a situação do seu bolso. Não interessa quanto entra, e sim o quanto sai. E o que sai tem que ser menos (bem menos, de preferência) do que entra. Começa por aí.

Como está escrito no título: não importa quanto você ganha. Estamos cansados de ver milionários se dando mal por aí. A chave está na sua cabeça, e não no seu bolso.

São atitudes simples que fazem você manter sua saúde financeira: gastar menos que recebe, poupar todo mês, ter uma reserva de emergência, não se endividar, evitar financiamentos/empréstimos com altos juros, diversificar os investimentos. Esse é o bê-á-bá da inteligência financeira.

Receitas.
Calma, Bela Gil. Não é esse tipo de receitas que estou falando.

Não sou nenhum expert (apenas um Mestre, hehehe), mas sempre tento passar ao leitor a importância de se ter um certo rigor com as economias.

Como se controlar

Ter um controle rigoroso das despesas não é fácil. Mas vou dar algumas dicas para tentar ajudar:

Imagine que ganha menos do que você ganha

Bem “tosca” essa ideia, mas consiste em você programar sua mente para achar que você ganha um pouco menos do que realmente ganha. Isso pode dar uma freada na sua compulsão por gastar.

Outra técnica é você por na cabeça que “no final do ano vou fazer tal coisa que envolve muito dinheiro”. Com essa mentalidade, pode ser que você tenda a gastar menos. “Em dezembro vou para o Ceará curtir as férias, não posso comprar esse enxugador de gelo top-therm multi-velocidades por módicos R$699,47”. É mais ou menos essa a ideia.

Repito, é meio idiota, mas nosso cérebro funciona mais ou menos assim: condicionamento.

Pegue a diferença e aplique

No caso supracitado do Joãozinho das Couves, ele devia pegar o valor recebido no aumento (R$ 500,00) e aplicar em algum lugar. Dessa forma, além de estar formando seu patrimônio, ele se condicionaria a manter os gastos usuais de sempre.

É como se ele não tivesse recebido o aumento. Meio contraditório, mas funciona. Porém é muito difícil. Pegue o valor do aumento e aplique, guarde em algum lugar, mas mantenha seus gastos mensais no mesmo patamar.

Cubra um santo, mas descubra outro

Caso a nova despesa seja essencial, imprescindível, você terá que cancelar sua TV por assinatura, Netflix ou aquela ação do clube para cobri-la. A ideia aqui é manter os seus gastos em X, mesmo que suas receitas aumentem, lembra?

Dessa forma, você deve se desfazer de um passivo para conseguir outro. Quanto menos passivos, melhor, ok?

Coloque um limite

Um orçamento bem planejado ajuda muito nessas horas. Coloque um limite de gastos mensais e cumpra sua meta. Independente dos incomes do mês, seus passivos devem ficar naquele patamar estabelecido e ponto final.

Simplesmente controle-se

Tenha força de vontade e aprenda a dizer não para si mesmo. Sim, é ótimo comprar aquele celular da moda ou aquele tênis descolado, mas se você continuar com essas compras inúteis nunca alcançará a famigerada Independência Financeira.

Opte por um celular razoável e um tênis mediano e poupe o restante. Evite novos passivos.

O que fazer com tanto dinheiro

O brasileiro tem um vício horrível de se endividar e querer colocar dinheiro onde não precisa. Como disse na fábula do Joãozinho das Couves, ele mal soube da notícia da promoção e já foi comprar o carro. Não seja um Joãozinho das Couves! Se tem dúvidas de onde aplicar/gastar seu dinheiro, faça o seguinte:

  1. Ponha a grana na poupança;
  2. Evite fazer novos gastos;
  3. Comece a estudar finanças;
  4. Abra uma conta em alguma corretora de valores;
  5. Escolha o melhor investimento pra você;
  6. Passe a aportar todo mês.
Receitas
Aumentar receitas e manter despesas: Palmirinha approves!

Nota importante, o passo 1 – Poupança é temporário, apenas para você ganhar fôlego para escolher o melhor investimento para você sem torrar toda sua grana. Ô mania boba que o brasileiro tem de gostar de ver a conta corrente no vermelho!

O maior problema

Não há mal algum em sempre querer ganhar mais dinheiro. Como disse, o problema é querer gastar mais. Só que tem uma situação que pode ser considerada uma tragédia. Você passa a ganhar mais, isso faz você aumentar seus passivos quando, de repente, por algum motivo qualquer, você passa a receber menos de novo.

Nos colocando no lugar do Joãozinho, seria como se ele ganhasse inicialmente R$1.500,00, depois passasse a ganhar R$2.000, e depois R$1.000,00, por exemplo. É como se ele tivesse perdido o emprego mas logo depois conseguisse um pela metade do salário.

Nessas horas você deve começar todo o processo de se desfazer dos seus passivos. Vender o carro e comprar um mais barato, talvez. Cancelar assinaturas diversas. Mudar de apartamento. Agora que sua inteligência financeira será colocada à prova.

Como diria os Stark, o inverno está chegando. Ter uma atitude precavida e guardar dinheiro sempre se mostra útil nessas horas. Torcemos para o melhor, mas nos preparemos para o pior!

Reserva de emergência

Nessas horas é comum a pessoa recorrer à reserva de emergência. Não há problema nisso! O que você não pode fazer é tornar a RE uma regra. Ela é a exceção. Use-a apenas para colocar ordem na casa e reorganizar suas finanças, ok? Quando a tempestade abaixar, volte formá-la.

Conclusão

Amigo, se controle. Ache o meio termo entre conforto e austeridade. Não precisa viver como um miserável, apenas ache o ponto certo entre gastar e poupar.

Seguindo todas as regras que comentei no post, caso algo dê errado você conseguirá se reerguer com maior tranquilidade.

Comente aí embaixo sua opinião.

Até a próxima!

7 erros que um investidor iniciante comete

Todo investidor iniciante é cercado de dúvidas, incertezas, ansiedade. Por um lado, ele quer aprender mais, quer aportar em títulos bacanas e evitar os ricos. Por outro, como obter a experiência necessária sem arriscar e, no pior dos cenários, ter prejuízo? Quais são os erros que devemos evitar?

O fato é que existe uma escada que deve ser subida lentamente até alcançarmos a independência financeira. Degrau por degrau. Muitos investidores explicam que para se consagrar no mundo das finanças é necessário seguir o passo a passo “Poupança – Tesouro Direto – Outros títulos de Renda Fixa -> Finalmente Renda Variável”. Há quem siga esse modelo, outros não. Não importa. O interessante é você ter consciência que seu patrimônio deve aumentar.

Enfim, tentarei tecer aqui alguns erros que eu cometi no início, ou que já vi e ouvi pessoas cometendo. Não quero dizer que sou um investidor experiente, mas sim que já passei, digamos, da primeira fase. Já subi alguns degraus.

Erro número 1 – Não ter a reserva de emergência

No afã de aportar todas suas economias em um título que trará mais retorno que a poupança, o investidor iniciante joga todas suas fichas em algo com vencimento daqui 10 anos, no caso de uma Renda Fixa, por exemplo.

Não é aconselhável, pois ao primeiro sinal amarelo do orçamento será necessário fazer um saque.

Ter uma reserva de emergência é tão, ou mais, importante que o investimento em si. A reserva de emergência é feita para… emergências. Uma manutenção imprescindível na casa ou no carro. Uma cirurgia inadiável. Um remédio caro. Uma dívida que tem juro alto. Como o nome já diz, é para emergências.

Ela te dá aquela segurança, aquele conforto de poder investir em títulos mais arriscados sem que sua integridade orçamentária seja comprometida.

O valor da RE varia muito, não há um valor ou uma porcentagem correta. Muitos falam em 3 vezes seus gastos mensais. Outros falam em 6. Quem tem que decidir isso é você. Você que tem o feeling da sua vida econômica, você que tem ideia dos riscos que sua vida corre (chances de se acidentar, chances de ser demitido, chances de alguma merda acontecer).

O fato é que a RE deve existir em algum lugar com alta liquidez. A minha está na poupança.

Erro número 2 – Não estudar e pesquisar sobre o título

O bom investidor dá tiros certeiros. Para isso, ele lê os relatórios e faz as análises de cada empresa que investe. E isso toma tempo. Controlar a ansiedade e sentar na cadeira para ler sobre a empresa (ou qualquer título) é indispensável.

Primeiramente, deve-se pesquisar bastante sobre a corretora utilizada. Ver as taxas cobradas, a facilidade de uso e depoimentos de outros usuários. Se necessário, entre em contato por telefone ou via chat online.

No caso de títulos públicos, mas especificamente Tesouro Direto, faça as contas do rendimento descontando inflação e imposto de renda para se ter uma ideia aproximada do valor real que será sacado. Como existem muitos títulos, é interessante fazer essa comparação.

Títulos com maior prazo de vencimento tem a alíquota do imposto de renda menor. Ou seja, quanto maior o prazo, menor o imposto. Mas não é só isso que você deve levar em consideração. Existe o cálculo estimado da inflação no período também, embora muitos títulos paguem a inflação + uma taxa qualquer. Obviamente é tudo aproximado, mas tem que ser bem observado.

Erros
Esse post sobre os erros foi tão bem feito que vale mais do que dinheiro.

Uma boa ideia é começar pelo Tesouro Direto: veja a rentabilidade, a taxa que a corretora vai te cobrar, o período. Comece aportando pouco, para pegar o jeito da coisa.

Erro número 3 – Não ter paciência

A pessoa coloca seu dinheiro em algum título. Um mês depois vê que rendeu apenas 0,2%. Saca e começa todo o ciclo novamente.

A menos que você seja um trader (que é um investidor, espera-se, muito experiente) você deve comprar seus títulos e aguardar, esperar o vencimento (no caso da renda fixa). Os maiores investidores fizeram sua fortuna durante toda a sua vida, não foi de um dia para o outro.

A paciência é uma virtude, em praticamente todos os âmbitos da vida. Na construção de um patrimônio sólido também.

Ter paciência é saber esperar tanto o momento certo tanto de comprar quanto de vender um título. É esperar o timing perfeito. A paciência aliada ao conhecimento são, com certeza, as maiores armas do mercado financeiro. Soma-se a esse bom time o oportunismo e um bocado de sorte.

Controle sua ansiedade, tenha paciência para escolher a melhor corretora de valores (existem dezenas disponíveis, precisará de tempo para escolher a que melhor se encaixa no seu perfil), definir seu perfil de investidor (conservador, moderado, agressivo), formar a carteira que melhor se enquadra no seu perfil, comprar no momento certo e tenha muita paciência também para vender no momento certo (isso se for vender).

 

Erro número 4 – Não ler os conteúdos clássicos

Posso até concordar que é um exagero dizer que se trata de um erro. Não é um grande erro e sim uma pequena falha. É importante e altamente aconselhável ler bastante sobre finanças, mercado financeiro e economia antes de entrar nesse mundo, mas não é obrigatório.

Os livros não vão te dizer em que investir, longe disso. Eles irão te contextualizar, preparar o terreno, te ambientar com as histórias, estudos de caso, situações e os termos técnicos (jargões) do mundo do mercado financeiro.

Já citei algumas boas referências no blog, vou citá-las de novo e acrescentar alguns outros títulos: Os Axiomas de Zurique, Os Segredos da Mente Milionária, Pai Rico Pai Pobre, Rápido e Devagar: as duas formas de pensar. Esses livros citados te dão uma boa ambientada no mundo da economia.

Uma outra dica derivada dessa é sobre os outros conteúdos além dos livros. Existem vários sites bons sobre investimentos na internet. O jornal Valor tem um conteúdo excelente também. O importante é obter conhecimento e se manter informado.

Quando acabar algum livro, ou até mesmo durante a leitura, anote os principais pontos em sua agenda. Isso facilita a memorização do conteúdo valioso que tais bibliografias trazem.

Erro número 5 – Aportar dinheiro que você sabe que vai precisar

Esse é um erro comum, já ouvi de muita gente as presepadas de ter que sacar dinheiro de algum investimento.

É o seguinte, isso é uma questão pessoal. O dinheiro que aplicar você tem que estar ciente que não precisará tão cedo. A reserva de emergência tá aí para te salvar de algum problema repentino. Ela existe justamente para você não precisar sacar de seus investimentos.

Esteja com seu radar sempre alerta. Se sabe que vai precisar de dinheiro em um curto prazo, pegue um investimento curto. Faça o mesmo para os investimentos com prazos diferentes, obviamente. Tenha sempre em mente que esse dinheiro não será sacado em nenhuma hipótese (ou quase nenhuma). O dinheiro investido é parte do seu patrimônio, da sua aposentadoria, da sua futura renda passiva, dos seus dividendos mensais, pense nisso.

Só saque o dinheiro se a situação for crítica. Não saque para qualquer coisa. O ideal é esperar o vencimento, se for títulos públicos, ou deixar a cota se valorizar (no caso de ação).

Obviamente você venderá seu dinheiro se a ação cair muito de valor. Isso não significa saque. Significa troca de título. Venda a empresa X (que caiu muito de valor) e compre da empresa Z.

Resumindo: aplique um dinheiro que não precisará tão cedo, para você esquecê-lo.

Erro número 6 – Atirar para todos os lados

Para iniciar os investimentos deve-se estudar muito. Com o advento da internet isso facilitou demais, claro. Mas quanto mais conteúdo se tem, mais conteúdo ruim se tem. É estatístico.

O segredo é filtrar as informações. Não se resolve nada assinar 10 canais do YouTube, 20 blogs e 10 podcasts se você não terá tempo para ler, interpretar, absorver as informações.

Foque em um nicho pequeno de conteúdo e siga fielmente. É melhor pouco conteúdo com a máxima atenção do que atenção dispersa em muito conteúdo. Mantenha o foco em um numero pequeno de sites, blogs, jornais, canais e podcasts.

Quanto se tem muito conteúdo, você fica perdido, se estressa e não sabe para que lado atirar. Mantenha o foco.

Só tome cuidado com conteúdos tendenciosos. No mundo do mercado financeiro isso existe. Já vi casos de sites publicarem matérias de ações para a mesma se valorizar. Fique atento. Quando citei “seguir fielmente” acima, não quis dizer “faça tudo o que o conteúdo mandar”. Não! Disse para você sempre ler as notícias desse canal, porém pensar bem e fazer seus aportes conscientemente, sacou?

Erros
Paciência é uma virtude! Não cometa o erro da ansiedade.

Faça da seguinte maneira: tire 50 minutos (dois pomodoros) do seu dia para ler e estudar finanças. Ou apenas 25 minutos, quem define é você. O que importa é se manter informado diariamente, para não perder o fio da meada.

Erro número 7 – Não planejar

Acredito que seja um dos principais equívocos que a pessoa comete ao iniciar a jornada rumo a independência financeira.
Não planejar é o mesmo que ficar no escuro. Você não tem metas, não tem objetivos, não tem planos, não tem prazos. É complicado juntar dinheiro apenas por juntar.

Quando você cria metas, você cria também um sistema de auto-recompensa. Exemplo: acumular doze mil em um ano. Isso dá mil por mês (um pouco menos se calcular a rentabilidade). A cada mês que passar e você conseguir acumular os mil reais, é uma meta batida. Você se sentira motivado para buscar a próxima.

Além disso, quando se planeja você vê que seus sonhos podem ser reais e são alcançáveis. Quer viajar para o exterior? Ok, jogue no Excel o quanto você deve aportar no Tesouro Direto (por exemplo) por mês para que, ao final do período, você tenha o montante necessário para viajar, fazer compras e voltar sem usar o cartão de crédito. Interessante, certo?

Planejar é essencial em toda parte da vida, e na hora de se debulhar em cima das suas economias mais ainda. Use o Excel e o Google Docs, e com a ajuda das funções calcule o quanto você pode economizar por mês e quanto isso te renderá por ano, ou por década. Você ficará impressionado com o poder dos juros compostos.

Conclusão

Esse post foi um desafio auto-promovido de bater 2000 palavras em um post. Não consegui. Antes da palavra conclusão a soma foi de 1668. Mas é isso, vivendo e aprendendo, se aperfeiçoando cada dia mais.

Tentei fazer uma postagem mais densa, mais séria. Espero que vocês tenham gostado. Da próxima vez eu vou bater as 2k palavras!

Um abraço

Corretora: qual eu uso nos meus investimentos?

Quando comecei a me aventurar no mundo das economias eu comecei pela porta de entrada, o Tesouro Direto. Claro que eu tinha investimentos na poupança (que até então era o único lugar que, na minha cabeça, era investimento. Ledo engano de um jovem poupador), mas vou comentar a contar a partir do momento que abri meus olhos e acordei.

Pesquisando um pouco sobre o TD e ainda inseguro, para não ter que aprender tanto e começar com um ambiente amigável para mim, eu optei pela Itáu Corretora.

Por que a Itaú Corretora?

Por que, como eu disse acima, eu queria um ambiente amigável e que eu não precisasse pesquisar muito a respeito. Eu já tinha conta no Banco Itaú e usava muito o Internet Banking. Em uma corretora da mesma empresa eu acreditava que o ambiente gráfico (e a confiabilidade) seriam semelhantes. E realmente foram. Bom pra mim.

À época eu não sabia nada:

  • Não sabia como comprar
  • Não sabia como vender
  • Não sabia calcular quando me renderia
  • Não sabia que tinha taxas de administração
  • Não sabia que tinha que abrir uma conta na BMF BOVESPA

Eu entrava no site, fazia as compras e saía. Um noobão de última categoria, tem base? É claro, como tudo na vida, temos que tirar lições. E eu tirei, mesmo sem saber. Mexendo e fuçando e aprendi aos poucos os meandros do mercado financeiro. Além disso, quanto mais surgiam dúvidas, mais eu pesquisava.

Aí foi despertando meu interesse pelo assunto. Comecei a ler mais, ver mais vídeos, assinar podcasts, me informar sobre economia e finanças. Já publiquei aqui um rol de conteúdo que já consumi e ainda consumo sobre esses temas.

A outra corretora

O temo foi passando e descobri que a Itaú Corretora me cobrava umas taxas que outras corretoras não cobravam. Descobri que a Easynvest não tinha taxas para aportes no Tesouro Direto, e as transações em outras modalidades tinham um preço razoável. Isso despertou meu interesse.

Fiz minha conta na Easy e a partir daí meus aportes são feitos por ela. Por enquanto estou satisfeito. Em uma escala de 0 a 10, me considero em um nível 4 de conhecimento sobre economia e finanças. Não sou um retardado, nem um especialista. Com esse (pouco) conhecimento já consegui trabalhar tranquilamente na interface do home broker da Easy, que é bem intuitivo por sinal.

Atenção, esse post não é um publieditorial.

E os investimentos que estavam na Itaú Corretora?

Quando mudei de corretora, uma dúvida me surgiu: o que fazer com meu dinheiro que está na Itaú Corretora? Deixar lá? Transferir para a Easy? Sacar?

Pesquisei a respeito e vi que a melhor opção era deixar quieto lá mesmo. Se eu transferisse, eu poderia ter gastos com a transferência, além de poder perder dinheiro por sacar antes do vencimento.  Caso eu somente sacasse eu também correria o risco de perder grana. Como eu sou um adepto ao “quanto menos dor de cabeça, melhor” eu optei por deixar quietinho lá até o vencimento. Sem problemas. Começaria na Easy desde o início.

Como estão divididos meus investimentos nas Corretoras?

No dia da publicação deste post, fazendo uma conta rápida notei que tenho 25% do meu patrimônio na Itaú e 75% na Easy. Obviamente esse número mudará conforme os aportes, até chegar na relação 0-100% (no dia que os títulos da Itaú vencerem).

Corretora
Gráfico idiota que coloquei apenas para ilustrar, pois a informação está no parágrafo acima. Palavra-chave: corretora

Existem mais corretoras boas?

O número de investidores do mercado financeiro aumentou demais nos últimos tempos. Isso refletiu diretamente na criação de mais e mais Corretoras, o que é bom, pois a concorrência aumenta a qualidade.

Já ouvi muito falar da XP Investimentos, que é a maior do Brasil. Não conheço suas taxas e nem entrei no site. Mas tá aí uma boa opção para você que ainda está na dúvida de qual Corretora escolher.

Conclusão

Pessoal, pesquisem bastante antes de abrirem sua conta. No geral, todas as corretoras são boas e tem suas vantagens. Mas sempre há um diferencial. Decida qual investimento você vai focar e contrate aquela que tem a menor taxa para ele.

Abraço