Como economizar no Álcool em gel?

Depois da descoberta da H1N1 – Gripe Suína, o país viveu um frisson em cima do Álcool em Gel. Dizia-se que essa substância eliminava várias bactérias e vírus das mãos, entre eles o temido vírus que transmitia a gripe em questão. As vendas do produto aumentaram exponencialmente e o dono de uma fabricante enricou rapidamente.

Depois dessa onda de gripes, diversos estabelecimentos tem até hoje higienizadores de mãos, tanto em gel, quanto em spray. Posso estar enganado, mas acredito que deva ter alguma legislação que impõe tal prática. Ótimo para nós!

Então, como eu ia dizendo, eu também surfei nessa onda e meio que fiquei “viciado” em álcool em gel. Desde então eu sempre tenho um pote em casa e rotineiramente limpo as mãos com ele. Virou praticamente um TOC.

O fato é que anda muito caro esses potes de álcool gel com dosador. Fui na farmácia esses dias e, pasmem, um pote de 400g estava R$32,00. Muito caro! Estranhei bastante o preço, e obviamente não comprei. O álcool em gel aqui de casa acabou, e esse item estava na minha Wunderlist a alguns dias e eu estava meio que angustiado para comprar logo e voltar a higienizar as mãos a todo momento.

Como disse acima, pesquisei em algumas farmácias e achei caríssimo. Eu estava começando a matutar se compensava mesmo manter esse TOC alimentado pagando tão caro em um pote de álcool. Foi tenso.

Álcool em gel de ouro.
Álcool em gel de ouro.

Eis que não mais que de repente, em uma das minhas visitas semanais ao supermercado, tive o start.

Foi mirando no coelho que eu acertei o gambá. Eu estava procurando o pote de álcool em gel tradicional, desses da imagem acima, com bico “dosador”, quando vejo um diferente.

O álcool que revolucionou meu bolso

Encontrei um Álcool em Gel sem dosador. De uma marca não muito conhecida mas com certeza é o mesmo produto, inclusive a proporção de álcool. Era uma embalagem de 500g, ao contrário da de 400g da outra marca. E o melhor… o melhor, obviamente, meu caro leitor, era o preço.

Eu encontrei um pote de álcool em gel de meio quilo por R$7,05 ao invés dos quase R$30,00 em um pote de 400g.

O pulo do gato era aproveitar a embalagem que tinha em casa, que tinha o dosador, e colocar o outro (mais barato) nele. Bom demais!

Álcool em gel amigo do seu bolso.
Álcool em gel amigo do seu bolso.

Resumo da ópera: comprei um álcool em gel em uma embalagem normal, sem o bico dosador e vou colocar seu conteúdo em uma embalagem que eu tenho em casa, que possui o bico dosador, cujo conteúdo havia acabado. Ponto pro Poupador!

Tell me the numbers

Cenário 1
400g de álcool em gel + embalagem invocada por R$30,00: R$0,07 por grama

Cenário 2
500g de álcool em gel e aproveitar embalagem antiga por R$7,00: R$0,01 por grama

 

Conclusão

Amigos, sempre há um jeito de economizar. Pesquise, inove, pense! Isso aí é só um exemplo. Aqui tem muito mais dicas.

Abraços!

Planilha do Mestre Poupador em Excel para download

EDIT 01/05/2017: Amigos, a planilha apresentava um ERRO! Corrigi e a nova versão já tá no ar, link no post abaixo.

Amizades, como estão?

Passando para informar que converti minha planilha (citada aqui) para o Excel e estou deixando aqui para vocês baixarem à vontade, beleza?

Eu já dei detalhes sobre a planilha no post específico dela, mas é como se fosse a Super Planilha do AdP (Além da Poupança) mais resumidinha e simplificada, para o leigos e “pobres mortais” como eu.

Enfim, clique aqui para download e desfrutem. Estou aberto a sugestões, críticas construtivas (os haters não terão os comentários aprovados, haha) e dicas para torná-la ainda melhor.

Como eu disse no outro post, ela está bem simples e básica. Ela te auxilia a acompanhar o rendimento (sem aportes) e o rendimento com aportes (que na planilha se chama “aumento”). Além disso tem o campo de inflação para você ter ideia do ganho real – cópia descarada do AdP.

Quem sabe juntos não podemos configurar mais funções na planilha?

Um abraço a todos, espero que gostem!

Caridade: vale a pena dar seu dinheiro aos outros?

Olá leitor! Até que enfim voltei as postagens. Fiquei uns dias ausente devido à uma viagem (citada aqui muitas vezes) e também a um pequeno resfriado que peguei, pra variar. Mas enfim, hoje vou escrever um pouco sobre a caridade.

Todos nós devemos praticar a caridade, não importa o quão mão-de-vaca você seja. Economizar grana é uma obrigação de todos, lógico, mas fazer o bem ao próximo também é.

Não importa sua religião ou credo, ajudar ao próximo sempre é uma atitude louvável e, acredite, você receberá muito mais em troca.

Estou dizendo isso pois aconteceu algo muito interessante na minha viagem. Presenciei uma cena que me marcou muito. Um senhor estava pedindo grana no aeroporto. A grana ele usaria PARA ALMOÇAR. Pensem, galera. O cara não tem o que comer. Que tristeza! Então, ele pediu grana e a pessoa que estava próxima a mim deu cinquenta reais para o senhor. O senhor ficou super feliz e teve a humildade de responder: “Mas, senhora, e se eu não te achar para entregar o troco?”. Reflitam galera. O senhor estava pedindo esmola no aeroporto para se alimentar (naquela altura já eram 17 horas, e o cara não tinha comido NADA) e ainda queria devolver o troco para a pessoa que o ajudou.

No mesmo instante eu refleti comigo mesmo: “Eu estou viajando, realizando sonhos, gastando muita grana com comidas diferentes, passeios legais e badulaques inúteis, e esse senhor no auge da sua humildade está pedindo dinheiro para ALMOÇAR.” Me veio uma tristeza, mas ao mesmo tempo me veio a sensação de que todos nós temos que ajudar o próximo e fazer caridade sempre que possível. Não precisa ser muito dinheiro. Nem precisa necessariamente ser só dinheiro. Pode ser roupas, brinquedos, comida ou qualquer outro item que um necessitado precisa.

Uma coisa eu sei: tudo o que você dá volta em dobro para você. Isso serve tanto para o bem, quanto para o mal.

Os animais

Uma coisa que eu gosto de praticar muito é a defesa e ajuda aos animais. Desde criança sempre gostei de animais e atualmente tenho uma cadela que é apaixonante. Enfim, eu penso da seguinte maneira: acredito que não existe tanta gente no mundo que ajude crianças quanto as que ajudam pessoas, logo eu prefiro fazer minha caridade aos animais, na maioria das vezes. Não querendo comparar pessoas com animais, não é isso. Mas creio que nem tanta gente assim ajuda os bichinhos, por isso faço minha parte por esse lado também.

Ser mão-de-vaca ou praticar a caridade?

O que quero passar para vocês é: deixem de ser “muquiranas” quando o assunto é caridade. Ser mão-de-vaca tem limite. Como eu disse acima, economizar no supermercado ou economizar na anuidade do cartão é uma coisa, mas deixar de ajudar o próximo (seja ser humano ou até mesmo um animalzinho) daí já é crueldade.

Separe uma porcentagem do seu salário, dos seus ganhos, mesmo que seja mínima, para ajudar a quem precisa.

Não precisa por a mão no bolso

Além de tudo isso, você pode ser uma pessoa melhor sem ter que gastar com isso. Como comentei lá em cima, você pode fazer doação de suas roupas, cobertores, brinquedos ou outros itens já usados. Quem receber com certeza ficará muito grato.

 

Pessoal, desculpem a falta de formatação e esse texto longo e corrido. Estou tendo que resolver várias coisas desde que voltei de viagem e ainda estou com uma alergia que não passa. Foi difícil digitar tudo isso aqui.

Daqui dois dias tem mais postagens, prometo!

Abraço e bons investimentos a todos.

 

Spotify ou por que eu não pirateio música

Desde que a internet surgiu, vários foram os modos de copiar cultura com direitos autorais. Começou com as músicas, depois vieram os filmes. O pessoal dava um jeito de fazer o download sem pagar, seja por meio de P2P (Kazaa, Limewire, Morpheus… lembram?) ou por download direto. Enfim, internet é sinônimo de cópia não autorizada. E foi assim por muitos e muitos anos. Tamanho foi o impacto, que o lucro das produtoras, gravadoras e artistas caiu bastante. Era fácil, com apenas alguns cliques você ouvia qualquer faixa de qualquer álbum que quisesse. Ô vida boa! Tudo grátis! Aqui no Brasil essa pirataria desvairada era ainda mais potencializada, pois os preços de CDs originais eram impraticáveis (nesse ponto é bom fazer uma menção honrosa aos CDs piratas de camelô, que pode-se dizer que nasceu junto – ou antes – da onda de downloads ilegais).

Anos depois, surgiu o YouTube, onde os clipes coexistiam com as músicas. Era uma bagunça, qualquer um fazia o upload da música da forma que quisesse, sem limites. E quem se ferrava mais uma vez eram os artistas e a indústria da música. Com o tempo o YouTube foi impondo regras e tudo se normalizou: agora somente quem é autorizado (na maioria dos casos é a própria gravadora) pode upar os clipes/músicas. Acredito que não tenha freado de vez a pirataria online, mas pelo menos o site fez sua parte. Ainda assim, muita gente ainda faz o download da música direto do YouTube. Ou seja: a pirataria sempre vai existir, não importa os impedimentos que surjam. Quem quer fazer coisa errada, consegue fazer coisa errada.

Eis que, com o aumento da banda da internet, vários serviços que eram in loco foram aos poucos migrando para a nuvem. Um desses serviços foi a música (hoje muito chamado de streaming). Com a tecnologia atual, não é necessário mais fazer o download. Agora você pode ouvir diretamente do servidor, embora muitos dos aplicativos permitam fazer o download para você escutar suas músicas offline. Foi uma mudança significativa na indústria musical. Atualmente, qualquer artista pode publicar seus trabalhos na internet para qualquer pessoa escutar, facilitou bastante.

Spotify!
Spotify it!

Nessa onda surgiram os aplicativos de música via streamig, que é o caso do Apple Music, Deezer e Spotify (entre dezenas de outros). Eu fiz essa introdução acima para falar um pouco sobre esse último. Há muito e muito tempo que eu já não baixava música ilegalmente (não entrarei nos detalhes morais, legais e éticos) e esse aplicativo me veio a calhar. Posso ouvir praticamente qualquer faixa de qualquer álbum, no meu celular, a quase todo momento!

Um pouco sobre o Spotify

Comecei a usá-lo logo quando foi lançado, apenas para testar. Foi uma mão na roda, pois eu podia escutar praticamente qualquer música, de forma gratuita, sem precisar fazer o download e, o melhor de tudo, legalmente. O app, para quem usa a versão grátis, apresenta algumas propagandas entre as faixas, nada que atrapalhe.
Após um tempo optei pela versão paga: R$ 18,00 por mês para eu escutar livremente e ainda poder fazer o download para ouvir quando estivesse offline. Assinei o pacote premium e estou até hoje. Atualmente, estou o pacote família, que custa R$24,00 mensais. Esse pacote permite que seis pessoas utilizem as vantagens do plano pago. Eu dividi com seis familiares e ficou mais barato ainda para mim: R$4,00!

Aonde eu quero chegar

Pessoal, o que quero dizer com tudo isso é: mesquinhez tem limite. Ser Poupador fazendo download ilegal de música, por exemplo, não é uma das melhores atitudes, concordam? Se você gosta de música, opte pelo honesto e legal: compre o CD do artista (dessa forma você valoriza seu trabalho) ou assine algum aplicativo de streamig. Seu bolso talvez fique vazio, mas sua consciência estará limpa. E outra, R$4,00 por mês não é caro. Poupe de outras maneiras!

Ouvir música via Spotify

Pacote FREE: R$0,00 por mês
Permite você ouvir qualquer música, mas não pode fazer o download. Além disso, tem “propagandas” entre as faixas. Caso você não se incomode com isso, vá de Free!

Pacote Premium: R$24,00 por mês para até seis contas (R$4,00 por conta)
Permite você fazer o download de quantas músicas quiser (respeitando a memória interna do seu dispositivo, óbvio). Sem propagandas.

Por que eu gasto dinheiro com isso?

Já disse. Eu prefiro investir um pouquinho na minha cultura/lazer e ter a consciência limpa ao não piratear. Além disso, baixar música ilegamente dá mais trabalho que usar os apps!
Eu não sou o paladino da justiça, moral e bons costumes. Longe disso! Só quer expor para vocês essa opção de gastar pouco e ouvir muita música de forma lícita.

Espero que tenham gostado do artigo. Instalem aí o Spotify, ou o Deezer, e testem. Talvez vocês gostem!

Um abraço!

As palavras mágicas que todo bom poupador deve praticar

Olá fiel leitor, hoje vou comentar um pouco sobre algumas palavras mágicas que todo bom poupador deve conhecer e praticar sempre que possível. Não é “abra kadabra” nem outra similar. São palavras comuns do nosso dicionário “pt_BR” e que você ouve diariamente. Elas são mágicas pois seus significados tem uma carga muito importante. Quem as pratica ao pé da letra diariamente com certeza tem uma vida (financeira ou não) melhor. Ao final do texto você concordará comigo quando digo que são mágicas.

Não há um número exato de palavras mágicas. Mas eu vou escrever sa três principais e algumas derivadas dessas três. O restante das palavras é meramente uma combinação das outras. O bom poupador e investidor deve praticá-las dia após dia. Dessa maneira o patrimônio se manterá firme e crescerá naturalmente. De fato é impossível manter as três palavras em evidência em 100% do tempo. O que importa é você tentar, sempre que possível, colocá-las em prática.

Pelo menos uma das três palavras iniciais são citadas por mim em praticamente todo post meu, com certeza você já leu por aqui.

Palavras mágicas
Palavras mágicas: te ajudarão na sua trilha à IF.

Outra coisa importante: as três palavras tem um peso de importância equivalente.

Palavra #1 – Foco

O foco é impotante para o bom poupador por que o bom poupador mantém sua mira firme em um alvo somente, por um longo período de tempo. O bom poupador deve ter uma meta, um objetivo específico, e colocá-lo no radar enquanto acumula seu patrimônio. A meta pode ser: viajar, comprar um carro ou simplesmente acumular dinheiro para obter uma renda passiva durante a vida.

Manter o foco é não se distrair com outras situações da vida. É não desistir do caminho trilhado até aqui e ter certeza que o objetivo será alcançado. Mesmo que você poupe pouco, ou tenha mês que não consiga poupar, mantenha o foco na sua Independência Financeira e continue trabalhando duro. O resultado virá, mais cedo ou mais tarde. Não desista.

Manter o foco todo do tempo sim, é complicado. O que deve ser feito é distrair-se com pequenos prazeres ao longo da vida, sem tirar da cabeça o objetivo maior. Diminua o aporte do mês para sair para jantar com a família. Estenda mais seu planejamento de acúmulo de patrimônio, e em troca viaje com a(o) companheira(o). Faça pequenos escambos entre seus bens para conseguir manter a concentração em um objetivo maior a longo prazo.

Palavra #2 – Equilíbrio

Ah, essa palavra é muito boa também, viu. Ter equilíbrio complementa o foco. Como eu disse acima, o equilíbrio faz parte do seu jogo de cintura para não perder sua mira do alvo. Fazer cessões com você mesmo te ajuda na batalha rumo à IF. Conforme já citei nesse post e em outros também: gastar dinheiro te ajuda a ganhar dinheiro. Não disse com essas palabras, mas pensem comigo:

. Viajar: gasta dinheiro. Mas te revigra de tal forma que você volta com muita energia para tentar ganhar mais dinheiro.
. Ir ao cinema: mesmo raciocínio: você descansa a cabeça para ter mais uma longa semana de trabalho.

E existem milhares de exemplos.

Negocie com você mesmo. Poupe sempre, mesmo que o mínimo, mas não deixe de viver. Utilize o equilíbrio e saiba dosar a hora certa de poupar e a hora certa de gastar. Sempre tenha uma reserva de emergência, sem contar seus investimentos principais, e viva a vida de forma correta, honesta, equilibrada. Todo exagero é perigoso, por isso o equilíbrio é importante. Nas finanças e na vida.

O equilíbrio aliado ao foco te dá longevidade: pense nisso. Sem exageros, sem ser sovina demais nem gastador demais.

Palavra #3 – Paciência

Talvez a paciência seja a virtude mais difícil de ser trabahada. Com o mundo atual, a ansiedade e a busca por resultados instantâneos é regra em todas as situações. Não há mais paciência. O bom poupador deve ser paciente. Isso é requisito obrigatório, concordam? Tenha paciência e acredite na força dos juros compostos. Dessa forma seu patrimônio crescerá gradativamente.

Como eu disse acima, as três palavras mágicas são equivalentes e não existem uma sem a outra. Paciência + foco = certeza de objetivos alcançados. Paciência + equilíbrio = a estabilidade para continuar seguindo em frente.

Por outro lado, ter paciência é diferente de ter passividade. Se uma ação sua começar a cair, por exemplo, você deve saber o momento certo (usando o equilíbrio) para vendê-la. Esperar demais nesse caso é um erro. Saiba dosar sua paciência com seu equilíbrio.

O bom investidor aguarda anos e anos para que suas ações se valorizem. Veja o caso do ilustríssimo sr. Barsi. Está na melhor idade e há pouco tempo que conseguiu o primeiro bilhão (pasmem os senhores). Quer melhor exemlo que esse ícone da Independência Financeira?

É difícil controlar a ansiedade. Mas só pelo simples fato de tentarmos já é um avanço.

Palavra derivada – Perseverança (apenas um exemplo)

Eu entendo que a perseverança seja uma combinação das três palavras. Tudo depende da dosagem que se põe em cada.
Vamos tentar explicar em números. A perseverança poderia ser uma junção de 40% de foco + 40% de paciência + 20% de equilíbrio? Eu penso dessa maneira.

Viram que as outras virtudes do bom poupador é uma junção de duas ou três das outras palavras mágicas? É combiná-las e seguir em frente.

Com certeza existem dezenas de combinações. O que quero deixar claro que nada foge das três principais: foco + equilíbrio + paciência.

Conclusão

O bom poupador deve seguir um método, uma forma de trabalhar seu dinheiro. Utilizando-se das três palavras principais e, dependendo da situação, as palavras derivadas, o caminho ficará mais fácil de ser trilhado e o objetivo mais fácil de ser alcançado.

A Independência Financeira é algo difícil de ser alcançado.

Espero que tenham gostado dessa postagem.

Um abraço!