Técnicas para iniciar a divulgação de seu blog

Eu escrevi esse texto tem aproximadamente 7 ou 8 anos. Na época eu tinha um blog de humor e entretenimento. Após um tempo eu desisti, mas não vem ao caso agora.

Escrevi algumas técnicas para iniciar a divulgação do seu blog (na época ter um blog era febre, o mesmo que ser YouTuber hoje).

Vou transcrever aqui apenas para ficar registrado. Muitas dessas dicas ainda valem hoje em dia, principalmente para nós da “Blogosfera Financeira”. Outras entraram em desuso, naturalmente.

 

TÉCNICAS PARA INICIAR A DIVULGAÇÃO DE SEU BLOG

Técnicas
Técnicas para blogueiros: o Mestre Poupador já usou muito.

1 COMENTE

Faça uma conta no Google Reader (ou qualquer outro leitor RSS) e assine o RSS de no mínimo 20 blogs FAMOSOS (Bobagento, NaoSalvo,Testosterona,EuCapricho,Brogui,XPock,Treta, etc. etc. etc.). Comente em todos os posts deles. Dá trabalho, mas dá um retorno danado. Se estiver enjoado de comentar em todo post, comente em apenas um post de cada blog por dia.

2 PARCERIAS

Troque banners ou links com outros blogs pequenos ou que estão começando agora (eles estão loucos por parcerias também). Faça uma página só para exibir os links dos parceiros ou crie uma seção na barra lateral com os banners e links dos parceiros (neste caso, banner é um botão de em média 120×60 pixels).

3 LINKS DA SEMANA

A maioria dos grandes blogs tem toda semana (costuma ser sexta-feira) um post chamado LINKS DA SEMANA, que são simplesmente links para posts de outros blogs. Descubra como colocar seu link no meio destes (o blog Haznos.org, por
exemplo, tem uma comunidade no Orkut que os blogueiros deixam seus links. Toda semana eles escolhem alguns para publicar no site).

4 ROTEADORES DE CONTEÚDO

Ocioso, Linkirado e Colmeia são apenas alguns exemplos famosos de sites roteadores de conteúdo. Se cadastrar é gratuito e também rende uma divulgação danada. Acesse este site e entenda como funcionam e cadastre seus melhores posts!

5 AMIZADES

Tente fazer amizade com os blogueiros mais conhecidos, isso pode te render um “merchan” gratuito no blog do mesmo.

6 SEUS LINKS

Deixe seu link em todos os sites/blogs/fórum que freqüentar. Em fóruns e emails coloque o endereço do site como assinatura.

7 MOTORES DE BUSCA

Esse é, sem dúvida, o tópico mais importante. Aproximadamente 70% das visitas de um site são originadas do GOOGLE. Dividirei esse tópico em algumas partes:

7.1 CADASTRO EM SITES DE BUSCA

O Google indexa seu site automaticamente, mas é sempre bom cadastra-lo mesmo assim. Procure saber como cadastrar seu endereço em todos os sites de busca (Yahoo, Bing, etc.). Cadastre-o manualmente que a indexação será mais eficiente.

7.2 USE TAGS

Quando for criar um post, além de qualificá-lo com categorias, é bom também definir as tags do assunto do mesmo. Por exemplo, um post sobre Suplementos Alimentares, use tags como SUPLEMENTO, SAUDE, ACADEMIA, MUSCULACAO, entre outras. Com o tempo você pega o jeito. As tags são uma mão na roda para os motores de busca.

7.3 PLUGINS E META-TAGS

Você que usa wordpress já tem meio caminho andado. Descubra os melhores plugins de SEO (Search Engine Optimziation – Otimização dos Motores de Busca) para gerar as suas meta tags (informações escondidas no código do site que o ajudam a ser encontrado pelos motores de busca) e seu sitemap (literalmente o mapa do site, outra coisa que ajuda muito o Google).
Aprofunde mais sobre metatags, sietmaps e plugins. Em menos de 30 minutos você configura tudo.

8 LINKE OUTROS BLOGS

Gostou de um conteúdo e quer reproduzi-lo? Reproduza a vontade, mas coloque a fonte. Você fica bem visto na blogosfera.
E é isso, manter um blog é muito difícil e precisa de empenho, ainda mais no início. Mas seguindo essas dicas você terá uma grande evolução.

Aumentei minhas receitas, e agora?

Acredito que um dos maiores males da saúde financeira é o efeito “aumentar despesas à medida que aumentar as receitas”. É um processo natural do homem: buscar mais conforto para ele e para sua família sempre. O maior problema de sempre querer mais é que, se um dia, por algum acaso, formos obrigados a ter menos, a coisa complica.

Imagine a seguinte situação hipotética. Joãozinho das Couves recebia R$2.000,00 mensais. Ele gastava com aluguel de sua casa, internet e telefone, combustível e supermercado R$1.500,00 por mês. Depois de dois anos de trabalho duro ele consegue uma promoção e seu salário vai para R$2.500. O que, naturalmente, Joãozinho faz? Se ele se deixar levar pelo instinto humano, vai ficar mais confortável para adquirir novos passivos. Ele vai lá e compra um carro zero, com um financiamento em 36 vezes de R$600,00.

Ele recebeu aumento? Sim. Vai ter uma vida mais confortável? Sim. Sua saúde financeira melhorou? Não, tá na mesma. Ganhar R$1.000 e gastar R$900 é o mesmo que ganhar R$1.000.000 e gastar R$900.000.

Não importa o quanto você ganha

A saga de todo ser humano é sempre ganhar mais. Ter altos salários é a única preocupação de um funcionário, de alguém que está no mercado de trabalho. O problema é que, com os altos salários, vem as altas despesas.

A mentalidade austera é que define a situação do seu bolso. Não interessa quanto entra, e sim o quanto sai. E o que sai tem que ser menos (bem menos, de preferência) do que entra. Começa por aí.

Como está escrito no título: não importa quanto você ganha. Estamos cansados de ver milionários se dando mal por aí. A chave está na sua cabeça, e não no seu bolso.

São atitudes simples que fazem você manter sua saúde financeira: gastar menos que recebe, poupar todo mês, ter uma reserva de emergência, não se endividar, evitar financiamentos/empréstimos com altos juros, diversificar os investimentos. Esse é o bê-á-bá da inteligência financeira.

Receitas.
Calma, Bela Gil. Não é esse tipo de receitas que estou falando.

Não sou nenhum expert (apenas um Mestre, hehehe), mas sempre tento passar ao leitor a importância de se ter um certo rigor com as economias.

Como se controlar

Ter um controle rigoroso das despesas não é fácil. Mas vou dar algumas dicas para tentar ajudar:

Imagine que ganha menos do que você ganha

Bem “tosca” essa ideia, mas consiste em você programar sua mente para achar que você ganha um pouco menos do que realmente ganha. Isso pode dar uma freada na sua compulsão por gastar.

Outra técnica é você por na cabeça que “no final do ano vou fazer tal coisa que envolve muito dinheiro”. Com essa mentalidade, pode ser que você tenda a gastar menos. “Em dezembro vou para o Ceará curtir as férias, não posso comprar esse enxugador de gelo top-therm multi-velocidades por módicos R$699,47”. É mais ou menos essa a ideia.

Repito, é meio idiota, mas nosso cérebro funciona mais ou menos assim: condicionamento.

Pegue a diferença e aplique

No caso supracitado do Joãozinho das Couves, ele devia pegar o valor recebido no aumento (R$ 500,00) e aplicar em algum lugar. Dessa forma, além de estar formando seu patrimônio, ele se condicionaria a manter os gastos usuais de sempre.

É como se ele não tivesse recebido o aumento. Meio contraditório, mas funciona. Porém é muito difícil. Pegue o valor do aumento e aplique, guarde em algum lugar, mas mantenha seus gastos mensais no mesmo patamar.

Cubra um santo, mas descubra outro

Caso a nova despesa seja essencial, imprescindível, você terá que cancelar sua TV por assinatura, Netflix ou aquela ação do clube para cobri-la. A ideia aqui é manter os seus gastos em X, mesmo que suas receitas aumentem, lembra?

Dessa forma, você deve se desfazer de um passivo para conseguir outro. Quanto menos passivos, melhor, ok?

Coloque um limite

Um orçamento bem planejado ajuda muito nessas horas. Coloque um limite de gastos mensais e cumpra sua meta. Independente dos incomes do mês, seus passivos devem ficar naquele patamar estabelecido e ponto final.

Simplesmente controle-se

Tenha força de vontade e aprenda a dizer não para si mesmo. Sim, é ótimo comprar aquele celular da moda ou aquele tênis descolado, mas se você continuar com essas compras inúteis nunca alcançará a famigerada Independência Financeira.

Opte por um celular razoável e um tênis mediano e poupe o restante. Evite novos passivos.

O que fazer com tanto dinheiro

O brasileiro tem um vício horrível de se endividar e querer colocar dinheiro onde não precisa. Como disse na fábula do Joãozinho das Couves, ele mal soube da notícia da promoção e já foi comprar o carro. Não seja um Joãozinho das Couves! Se tem dúvidas de onde aplicar/gastar seu dinheiro, faça o seguinte:

  1. Ponha a grana na poupança;
  2. Evite fazer novos gastos;
  3. Comece a estudar finanças;
  4. Abra uma conta em alguma corretora de valores;
  5. Escolha o melhor investimento pra você;
  6. Passe a aportar todo mês.
Receitas
Aumentar receitas e manter despesas: Palmirinha approves!

Nota importante, o passo 1 – Poupança é temporário, apenas para você ganhar fôlego para escolher o melhor investimento para você sem torrar toda sua grana. Ô mania boba que o brasileiro tem de gostar de ver a conta corrente no vermelho!

O maior problema

Não há mal algum em sempre querer ganhar mais dinheiro. Como disse, o problema é querer gastar mais. Só que tem uma situação que pode ser considerada uma tragédia. Você passa a ganhar mais, isso faz você aumentar seus passivos quando, de repente, por algum motivo qualquer, você passa a receber menos de novo.

Nos colocando no lugar do Joãozinho, seria como se ele ganhasse inicialmente R$1.500,00, depois passasse a ganhar R$2.000, e depois R$1.000,00, por exemplo. É como se ele tivesse perdido o emprego mas logo depois conseguisse um pela metade do salário.

Nessas horas você deve começar todo o processo de se desfazer dos seus passivos. Vender o carro e comprar um mais barato, talvez. Cancelar assinaturas diversas. Mudar de apartamento. Agora que sua inteligência financeira será colocada à prova.

Como diria os Stark, o inverno está chegando. Ter uma atitude precavida e guardar dinheiro sempre se mostra útil nessas horas. Torcemos para o melhor, mas nos preparemos para o pior!

Reserva de emergência

Nessas horas é comum a pessoa recorrer à reserva de emergência. Não há problema nisso! O que você não pode fazer é tornar a RE uma regra. Ela é a exceção. Use-a apenas para colocar ordem na casa e reorganizar suas finanças, ok? Quando a tempestade abaixar, volte formá-la.

Conclusão

Amigo, se controle. Ache o meio termo entre conforto e austeridade. Não precisa viver como um miserável, apenas ache o ponto certo entre gastar e poupar.

Seguindo todas as regras que comentei no post, caso algo dê errado você conseguirá se reerguer com maior tranquilidade.

Comente aí embaixo sua opinião.

Até a próxima!

7 erros que um investidor iniciante comete

Todo investidor iniciante é cercado de dúvidas, incertezas, ansiedade. Por um lado, ele quer aprender mais, quer aportar em títulos bacanas e evitar os ricos. Por outro, como obter a experiência necessária sem arriscar e, no pior dos cenários, ter prejuízo? Quais são os erros que devemos evitar?

O fato é que existe uma escada que deve ser subida lentamente até alcançarmos a independência financeira. Degrau por degrau. Muitos investidores explicam que para se consagrar no mundo das finanças é necessário seguir o passo a passo “Poupança – Tesouro Direto – Outros títulos de Renda Fixa -> Finalmente Renda Variável”. Há quem siga esse modelo, outros não. Não importa. O interessante é você ter consciência que seu patrimônio deve aumentar.

Enfim, tentarei tecer aqui alguns erros que eu cometi no início, ou que já vi e ouvi pessoas cometendo. Não quero dizer que sou um investidor experiente, mas sim que já passei, digamos, da primeira fase. Já subi alguns degraus.

Erro número 1 – Não ter a reserva de emergência

No afã de aportar todas suas economias em um título que trará mais retorno que a poupança, o investidor iniciante joga todas suas fichas em algo com vencimento daqui 10 anos, no caso de uma Renda Fixa, por exemplo.

Não é aconselhável, pois ao primeiro sinal amarelo do orçamento será necessário fazer um saque.

Ter uma reserva de emergência é tão, ou mais, importante que o investimento em si. A reserva de emergência é feita para… emergências. Uma manutenção imprescindível na casa ou no carro. Uma cirurgia inadiável. Um remédio caro. Uma dívida que tem juro alto. Como o nome já diz, é para emergências.

Ela te dá aquela segurança, aquele conforto de poder investir em títulos mais arriscados sem que sua integridade orçamentária seja comprometida.

O valor da RE varia muito, não há um valor ou uma porcentagem correta. Muitos falam em 3 vezes seus gastos mensais. Outros falam em 6. Quem tem que decidir isso é você. Você que tem o feeling da sua vida econômica, você que tem ideia dos riscos que sua vida corre (chances de se acidentar, chances de ser demitido, chances de alguma merda acontecer).

O fato é que a RE deve existir em algum lugar com alta liquidez. A minha está na poupança.

Erro número 2 – Não estudar e pesquisar sobre o título

O bom investidor dá tiros certeiros. Para isso, ele lê os relatórios e faz as análises de cada empresa que investe. E isso toma tempo. Controlar a ansiedade e sentar na cadeira para ler sobre a empresa (ou qualquer título) é indispensável.

Primeiramente, deve-se pesquisar bastante sobre a corretora utilizada. Ver as taxas cobradas, a facilidade de uso e depoimentos de outros usuários. Se necessário, entre em contato por telefone ou via chat online.

No caso de títulos públicos, mas especificamente Tesouro Direto, faça as contas do rendimento descontando inflação e imposto de renda para se ter uma ideia aproximada do valor real que será sacado. Como existem muitos títulos, é interessante fazer essa comparação.

Títulos com maior prazo de vencimento tem a alíquota do imposto de renda menor. Ou seja, quanto maior o prazo, menor o imposto. Mas não é só isso que você deve levar em consideração. Existe o cálculo estimado da inflação no período também, embora muitos títulos paguem a inflação + uma taxa qualquer. Obviamente é tudo aproximado, mas tem que ser bem observado.

Erros
Esse post sobre os erros foi tão bem feito que vale mais do que dinheiro.

Uma boa ideia é começar pelo Tesouro Direto: veja a rentabilidade, a taxa que a corretora vai te cobrar, o período. Comece aportando pouco, para pegar o jeito da coisa.

Erro número 3 – Não ter paciência

A pessoa coloca seu dinheiro em algum título. Um mês depois vê que rendeu apenas 0,2%. Saca e começa todo o ciclo novamente.

A menos que você seja um trader (que é um investidor, espera-se, muito experiente) você deve comprar seus títulos e aguardar, esperar o vencimento (no caso da renda fixa). Os maiores investidores fizeram sua fortuna durante toda a sua vida, não foi de um dia para o outro.

A paciência é uma virtude, em praticamente todos os âmbitos da vida. Na construção de um patrimônio sólido também.

Ter paciência é saber esperar tanto o momento certo tanto de comprar quanto de vender um título. É esperar o timing perfeito. A paciência aliada ao conhecimento são, com certeza, as maiores armas do mercado financeiro. Soma-se a esse bom time o oportunismo e um bocado de sorte.

Controle sua ansiedade, tenha paciência para escolher a melhor corretora de valores (existem dezenas disponíveis, precisará de tempo para escolher a que melhor se encaixa no seu perfil), definir seu perfil de investidor (conservador, moderado, agressivo), formar a carteira que melhor se enquadra no seu perfil, comprar no momento certo e tenha muita paciência também para vender no momento certo (isso se for vender).

 

Erro número 4 – Não ler os conteúdos clássicos

Posso até concordar que é um exagero dizer que se trata de um erro. Não é um grande erro e sim uma pequena falha. É importante e altamente aconselhável ler bastante sobre finanças, mercado financeiro e economia antes de entrar nesse mundo, mas não é obrigatório.

Os livros não vão te dizer em que investir, longe disso. Eles irão te contextualizar, preparar o terreno, te ambientar com as histórias, estudos de caso, situações e os termos técnicos (jargões) do mundo do mercado financeiro.

Já citei algumas boas referências no blog, vou citá-las de novo e acrescentar alguns outros títulos: Os Axiomas de Zurique, Os Segredos da Mente Milionária, Pai Rico Pai Pobre, Rápido e Devagar: as duas formas de pensar. Esses livros citados te dão uma boa ambientada no mundo da economia.

Uma outra dica derivada dessa é sobre os outros conteúdos além dos livros. Existem vários sites bons sobre investimentos na internet. O jornal Valor tem um conteúdo excelente também. O importante é obter conhecimento e se manter informado.

Quando acabar algum livro, ou até mesmo durante a leitura, anote os principais pontos em sua agenda. Isso facilita a memorização do conteúdo valioso que tais bibliografias trazem.

Erro número 5 – Aportar dinheiro que você sabe que vai precisar

Esse é um erro comum, já ouvi de muita gente as presepadas de ter que sacar dinheiro de algum investimento.

É o seguinte, isso é uma questão pessoal. O dinheiro que aplicar você tem que estar ciente que não precisará tão cedo. A reserva de emergência tá aí para te salvar de algum problema repentino. Ela existe justamente para você não precisar sacar de seus investimentos.

Esteja com seu radar sempre alerta. Se sabe que vai precisar de dinheiro em um curto prazo, pegue um investimento curto. Faça o mesmo para os investimentos com prazos diferentes, obviamente. Tenha sempre em mente que esse dinheiro não será sacado em nenhuma hipótese (ou quase nenhuma). O dinheiro investido é parte do seu patrimônio, da sua aposentadoria, da sua futura renda passiva, dos seus dividendos mensais, pense nisso.

Só saque o dinheiro se a situação for crítica. Não saque para qualquer coisa. O ideal é esperar o vencimento, se for títulos públicos, ou deixar a cota se valorizar (no caso de ação).

Obviamente você venderá seu dinheiro se a ação cair muito de valor. Isso não significa saque. Significa troca de título. Venda a empresa X (que caiu muito de valor) e compre da empresa Z.

Resumindo: aplique um dinheiro que não precisará tão cedo, para você esquecê-lo.

Erro número 6 – Atirar para todos os lados

Para iniciar os investimentos deve-se estudar muito. Com o advento da internet isso facilitou demais, claro. Mas quanto mais conteúdo se tem, mais conteúdo ruim se tem. É estatístico.

O segredo é filtrar as informações. Não se resolve nada assinar 10 canais do YouTube, 20 blogs e 10 podcasts se você não terá tempo para ler, interpretar, absorver as informações.

Foque em um nicho pequeno de conteúdo e siga fielmente. É melhor pouco conteúdo com a máxima atenção do que atenção dispersa em muito conteúdo. Mantenha o foco em um numero pequeno de sites, blogs, jornais, canais e podcasts.

Quanto se tem muito conteúdo, você fica perdido, se estressa e não sabe para que lado atirar. Mantenha o foco.

Só tome cuidado com conteúdos tendenciosos. No mundo do mercado financeiro isso existe. Já vi casos de sites publicarem matérias de ações para a mesma se valorizar. Fique atento. Quando citei “seguir fielmente” acima, não quis dizer “faça tudo o que o conteúdo mandar”. Não! Disse para você sempre ler as notícias desse canal, porém pensar bem e fazer seus aportes conscientemente, sacou?

Erros
Paciência é uma virtude! Não cometa o erro da ansiedade.

Faça da seguinte maneira: tire 50 minutos (dois pomodoros) do seu dia para ler e estudar finanças. Ou apenas 25 minutos, quem define é você. O que importa é se manter informado diariamente, para não perder o fio da meada.

Erro número 7 – Não planejar

Acredito que seja um dos principais equívocos que a pessoa comete ao iniciar a jornada rumo a independência financeira.
Não planejar é o mesmo que ficar no escuro. Você não tem metas, não tem objetivos, não tem planos, não tem prazos. É complicado juntar dinheiro apenas por juntar.

Quando você cria metas, você cria também um sistema de auto-recompensa. Exemplo: acumular doze mil em um ano. Isso dá mil por mês (um pouco menos se calcular a rentabilidade). A cada mês que passar e você conseguir acumular os mil reais, é uma meta batida. Você se sentira motivado para buscar a próxima.

Além disso, quando se planeja você vê que seus sonhos podem ser reais e são alcançáveis. Quer viajar para o exterior? Ok, jogue no Excel o quanto você deve aportar no Tesouro Direto (por exemplo) por mês para que, ao final do período, você tenha o montante necessário para viajar, fazer compras e voltar sem usar o cartão de crédito. Interessante, certo?

Planejar é essencial em toda parte da vida, e na hora de se debulhar em cima das suas economias mais ainda. Use o Excel e o Google Docs, e com a ajuda das funções calcule o quanto você pode economizar por mês e quanto isso te renderá por ano, ou por década. Você ficará impressionado com o poder dos juros compostos.

Conclusão

Esse post foi um desafio auto-promovido de bater 2000 palavras em um post. Não consegui. Antes da palavra conclusão a soma foi de 1668. Mas é isso, vivendo e aprendendo, se aperfeiçoando cada dia mais.

Tentei fazer uma postagem mais densa, mais séria. Espero que vocês tenham gostado. Da próxima vez eu vou bater as 2k palavras!

Um abraço

Corretora: qual eu uso nos meus investimentos?

Quando comecei a me aventurar no mundo das economias eu comecei pela porta de entrada, o Tesouro Direto. Claro que eu tinha investimentos na poupança (que até então era o único lugar que, na minha cabeça, era investimento. Ledo engano de um jovem poupador), mas vou comentar a contar a partir do momento que abri meus olhos e acordei.

Pesquisando um pouco sobre o TD e ainda inseguro, para não ter que aprender tanto e começar com um ambiente amigável para mim, eu optei pela Itáu Corretora.

Por que a Itaú Corretora?

Por que, como eu disse acima, eu queria um ambiente amigável e que eu não precisasse pesquisar muito a respeito. Eu já tinha conta no Banco Itaú e usava muito o Internet Banking. Em uma corretora da mesma empresa eu acreditava que o ambiente gráfico (e a confiabilidade) seriam semelhantes. E realmente foram. Bom pra mim.

À época eu não sabia nada:

  • Não sabia como comprar
  • Não sabia como vender
  • Não sabia calcular quando me renderia
  • Não sabia que tinha taxas de administração
  • Não sabia que tinha que abrir uma conta na BMF BOVESPA

Eu entrava no site, fazia as compras e saía. Um noobão de última categoria, tem base? É claro, como tudo na vida, temos que tirar lições. E eu tirei, mesmo sem saber. Mexendo e fuçando e aprendi aos poucos os meandros do mercado financeiro. Além disso, quanto mais surgiam dúvidas, mais eu pesquisava.

Aí foi despertando meu interesse pelo assunto. Comecei a ler mais, ver mais vídeos, assinar podcasts, me informar sobre economia e finanças. Já publiquei aqui um rol de conteúdo que já consumi e ainda consumo sobre esses temas.

A outra corretora

O temo foi passando e descobri que a Itaú Corretora me cobrava umas taxas que outras corretoras não cobravam. Descobri que a Easynvest não tinha taxas para aportes no Tesouro Direto, e as transações em outras modalidades tinham um preço razoável. Isso despertou meu interesse.

Fiz minha conta na Easy e a partir daí meus aportes são feitos por ela. Por enquanto estou satisfeito. Em uma escala de 0 a 10, me considero em um nível 4 de conhecimento sobre economia e finanças. Não sou um retardado, nem um especialista. Com esse (pouco) conhecimento já consegui trabalhar tranquilamente na interface do home broker da Easy, que é bem intuitivo por sinal.

Atenção, esse post não é um publieditorial.

E os investimentos que estavam na Itaú Corretora?

Quando mudei de corretora, uma dúvida me surgiu: o que fazer com meu dinheiro que está na Itaú Corretora? Deixar lá? Transferir para a Easy? Sacar?

Pesquisei a respeito e vi que a melhor opção era deixar quieto lá mesmo. Se eu transferisse, eu poderia ter gastos com a transferência, além de poder perder dinheiro por sacar antes do vencimento.  Caso eu somente sacasse eu também correria o risco de perder grana. Como eu sou um adepto ao “quanto menos dor de cabeça, melhor” eu optei por deixar quietinho lá até o vencimento. Sem problemas. Começaria na Easy desde o início.

Como estão divididos meus investimentos nas Corretoras?

No dia da publicação deste post, fazendo uma conta rápida notei que tenho 25% do meu patrimônio na Itaú e 75% na Easy. Obviamente esse número mudará conforme os aportes, até chegar na relação 0-100% (no dia que os títulos da Itaú vencerem).

Corretora
Gráfico idiota que coloquei apenas para ilustrar, pois a informação está no parágrafo acima. Palavra-chave: corretora

Existem mais corretoras boas?

O número de investidores do mercado financeiro aumentou demais nos últimos tempos. Isso refletiu diretamente na criação de mais e mais Corretoras, o que é bom, pois a concorrência aumenta a qualidade.

Já ouvi muito falar da XP Investimentos, que é a maior do Brasil. Não conheço suas taxas e nem entrei no site. Mas tá aí uma boa opção para você que ainda está na dúvida de qual Corretora escolher.

Conclusão

Pessoal, pesquisem bastante antes de abrirem sua conta. No geral, todas as corretoras são boas e tem suas vantagens. Mas sempre há um diferencial. Decida qual investimento você vai focar e contrate aquela que tem a menor taxa para ele.

Abraço

 

“Como economizar”: todos os posts dessa categoria

Um dos carros-chefe do meu blog são os posts onde escrevo sobre como economizar com tal coisa. Já fiz um tanto bom desses posts, então vou adicionando eles aqui ao passo que for postando.

Posts
Algum meme qualquer apenas para ilustrar o post.

Se você é um visitante novo, aproveite para lê-los. Não gosto de escrever muito nos posts (walls of text), para tornar a leitura fácil e rápida para todos, e também por que não tenho muita prática ainda.

Enfim, tá aqui. Aproveitem:

Espero que gostem. Não deixem de comentar!