Artigo convidado: Consistência

Se você misturar uma parte de cimento com uma parte de cal e seis partes de areia e depois aos poucos ir adicionando água você criará uma massa homogênea, plástica (no sentido de ser passível de modelagem) que poderá ser utilizada para assentar tijolos. Se o seu objetivo é estruturar uma parede a proporção dos ingredientes deverá ser outra, colocando menos areia por exemplo. Ainda se você pretende fazer o revestimento de interiores ou exteriores deverá optar por uma proporção diferente. Para o interior poderá fazer um massa mais macia enquanto que para o exterior esta será mais áspera. O profissional responsável por construir sabe a mistura correta a ser aplicada para cada finalidade. Essa mistura precisa de água, pois a água tem a capacidade de homogeneizar essa concentração dotando-a de potencial para cumprir seu trabalho.

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Porém se você deixar essa massa por 30 ou 40 minutos sem utilização ela poderá ressecar e não ser útil. Por outro lado, a partir do momento em que você começa a aplicar essa pasta ela se moldará ao formato desejado ou necessário e aos poucos irá se solidificar.
De qualquer maneira você terá em mãos uma massa com consistência. Consistência é o estado daquilo que é consistente, daquilo que possui firmeza e que possui estabilidade. No sentido figurado, entende-se consistência como a característica do que é dotado de regularidade e perseverança. É também consistência o estado de um líquido que tende ao sólido, por exemplo.

No caso da massa de cimento, a partir da mistura dos materiais certos e nas proporções necessárias se consegue uma solução pastosa (que está além de líquida) que tende ao sólido. Aliás ela irá se solidificar com o tempo pois a partir do momento que for preparada deverá ser utilizada e aplicada pois irá aos poucos se tornar mais forte. Mas o incrível aqui é que ela poderá se moldar conforme necessário pois poderá ser aplicada para unir tijolos, estruturar um piso ou até mesmo preencher um espaço vazio.

Nós também podemos ser consistentes através da regularidade. É com a regularidade que se constrói o hábito e é você que decide o tipo de hábito que pretende cultivar nos próximos anos. Sendo mais pragmático, é possível reservar parte do seu dia para aperfeiçoar suas habilidades profissionais e pessoais. Uma boa medida para se começar é usar 1 hora do seu dia no momento que mais lhe convier, seja logo pela manhã antes de iniciar o labor, na hora do intervalo do almoço ou ao chegar em casa após as obrigações do dia. Mas que esse tempo seja seu momento diário de estudar, planejar o dia seguinte, ler algumas páginas de um bom livro e construir. Pense que essa regularidade de estudo e dedicação diário é o que se faz necessário para que a massa de cimento fique consistente. Essa preparação diuturna que você pode começar hoje (hoje pode ser o dia zero de sua preparação, não acha?) vai te dar lastro suficiente para se fortalecer assim como a massa de cimento também fica mais forte depois de um tempo.

Além disso ao procurar se informar, estudar bons livros e fazer cursos e treinamentos te darão a maleabilidade necessária para se adaptar e se moldar para diferentes situações. O aprendizado de um novo idioma, por exemplo, não acontece da noite para o dia mas leva alguns anos ou décadas e possui ainda a característica de “enferrujar” se não for usado ou praticado. Mas a partir do momento que se volta a exercitá-lo esse retorna muito mais rapidamente, como se as ligações cerebrais necessárias já tivessem seu caminho feito bastando agora este caminho ser redescoberto. E, retornado o raciocínio, esse novo idioma é um exemplo de conhecimento que poderá ser usado para uma série de coisas no âmbito profissional ou pessoal.

Mesmo sabendo dessa necessidade de trabalhar (e se trabalhar) diariamente com consistência por quê não são todos que fazem isso? É porque é difícil, é duro e causa dor. É mais fácil ligar a TV que ler um livro. É mais fácil ver novela que assistir um curso online. É preferível folhear a revista X que estudar matéria da escola. A tendência do homem é fugir da dor e procurar o prazer. A pirâmide de Maslow já mostrava que as necessidades fisiológicas são a base da pirâmide e dessa forma a sua falta de sono tende a ser mais forte que as necessidades de estima ou realização pessoal que estão no topo da pirâmide. Mas é aí que se faz necessário enxergar longe, olhar para o horizonte e entender que seu objetivo (seja qual for ele) é construído nas horas que você faz escolhas inteligentes. Você está um passo mais perto de concluir sua faculdade a partir do momento que você desliga a televisão e vai escrever seu TCC. Você está um passo mais próximo de uma melhor colocação profissional e consequentemente um salário melhor e possibilidade de trazer mais conforto para sua família a partir do momento que decide ficar acordado um pouco mais e estudar uma tecnologia nova ou dominar de uma vez aquele programa específico de computador que você precisa diariamente.

Eu particularmente não acredito em soluções motivacionais vazias mas acredito que o ser humano, dotado de raciocínio, é capaz de fazer essas escolhas inteligentes e cimentar seu futuro.

O cimento leva 40 minutos para ficar forte. Uma faculdade leva em média 4 anos. Dominar um instrumento musical leva isso até algumas décadas. Mas não importa o tempo que leve, o que importa é que se você não se exigir a consistência necessária para se se melhorar não será capaz de modificar sua situação atual. A Teoria Geral dos Sistemas, preconizada por Ludwig von Bertalanffy, explica que os sistemas podem sofrer influência de forças externas além das forças internas. Você não é capaz, pelo menos não de forma prática, influenciar a queda de juros ou baixa de preços dos combustíveis mas você é capaz de atuar internamente em seu microsistema utilizando menos o carro e se policiando para comprar somente o necessário.

De forma análoga, você não é capaz de aumentar seu próprio salário diretamente mas é capaz de de especializar, aprender mais, ficar mais forte e sólido como o cimento que une os tijolos da parede de sua casa, e consequentemente melhorar seu salário seja na mesma empresa ou em outra.
Ótimo, mas isso começa quando você separa uma parte do seu dia para isso. Isso começa quando você prefere o livro à TV. Isso começa quando você passa a ter consistência.

 

Fonte: http://www.baciotti.com/consistencia

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Sobre a ausência e mudanças

Amigo leitor, não se desespere, eu não morri nem fui preso.

 

Estou passando por algumas mudanças no meu trabalho, mas quando a poeira abaixar volto e conto tudo para vocês!

 

Um abraço

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Como economizar no Álcool em gel?

Depois da descoberta da H1N1 – Gripe Suína, o país viveu um frisson em cima do Álcool em Gel. Dizia-se que essa substância eliminava várias bactérias e vírus das mãos, entre eles o temido vírus que transmitia a gripe em questão. As vendas do produto aumentaram exponencialmente e o dono de uma fabricante enricou rapidamente.

Depois dessa onda de gripes, diversos estabelecimentos tem até hoje higienizadores de mãos, tanto em gel, quanto em spray. Posso estar enganado, mas acredito que deva ter alguma legislação que impõe tal prática. Ótimo para nós!

Então, como eu ia dizendo, eu também surfei nessa onda e meio que fiquei “viciado” em álcool em gel. Desde então eu sempre tenho um pote em casa e rotineiramente limpo as mãos com ele. Virou praticamente um TOC.

O fato é que anda muito caro esses potes de álcool gel com dosador. Fui na farmácia esses dias e, pasmem, um pote de 400g estava R$32,00. Muito caro! Estranhei bastante o preço, e obviamente não comprei. O álcool em gel aqui de casa acabou, e esse item estava na minha Wunderlist a alguns dias e eu estava meio que angustiado para comprar logo e voltar a higienizar as mãos a todo momento.

Como disse acima, pesquisei em algumas farmácias e achei caríssimo. Eu estava começando a matutar se compensava mesmo manter esse TOC alimentado pagando tão caro em um pote de álcool. Foi tenso.

Álcool em gel de ouro.
Álcool em gel de ouro.

Eis que não mais que de repente, em uma das minhas visitas semanais ao supermercado, tive o start.

Foi mirando no coelho que eu acertei o gambá. Eu estava procurando o pote de álcool em gel tradicional, desses da imagem acima, com bico “dosador”, quando vejo um diferente.

O álcool que revolucionou meu bolso

Encontrei um Álcool em Gel sem dosador. De uma marca não muito conhecida mas com certeza é o mesmo produto, inclusive a proporção de álcool. Era uma embalagem de 500g, ao contrário da de 400g da outra marca. E o melhor… o melhor, obviamente, meu caro leitor, era o preço.

Eu encontrei um pote de álcool em gel de meio quilo por R$7,05 ao invés dos quase R$30,00 em um pote de 400g.

O pulo do gato era aproveitar a embalagem que tinha em casa, que tinha o dosador, e colocar o outro (mais barato) nele. Bom demais!

Álcool em gel amigo do seu bolso.
Álcool em gel amigo do seu bolso.

Resumo da ópera: comprei um álcool em gel em uma embalagem normal, sem o bico dosador e vou colocar seu conteúdo em uma embalagem que eu tenho em casa, que possui o bico dosador, cujo conteúdo havia acabado. Ponto pro Poupador!

Tell me the numbers

Cenário 1
400g de álcool em gel + embalagem invocada por R$30,00: R$0,07 por grama

Cenário 2
500g de álcool em gel e aproveitar embalagem antiga por R$7,00: R$0,01 por grama

 

Conclusão

Amigos, sempre há um jeito de economizar. Pesquise, inove, pense! Isso aí é só um exemplo. Aqui tem muito mais dicas.

Abraços!

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Fechamento do mês de abr/17: despesas, receitas, aportes e mais

E aí, meu amigo, como vai? Mais um post de fechamento do mês.

Principais receitas

Esse mês meus trabalhos extras começaram a “florir”. Recebi uns bons honorários de serviços como freelancer em TI que ajudaram a abater a fatura do nuBank. O salário, mesmo sem o aumento, deu para cobrir todas as despesas, inclusive as da viagem de férias que fiz.

A propósito, eu e minha esposa temos a incrível capacidade de aplicar o minimalismo e a vida simples inclusive nas viagens. Gastamos pouco dinheiro e aproveitamos ao máximo. Não ficamos com a consciência pesada em momento algum. Cada centavo investido valeu a pena, e não deixamos dívidas para a posteridade. Nos controlamos e passeamos! No final da viagem ainda tive um baita aprendizado.

Uma coisa que me surpreendeu positivamente foi a rentabilidade da carteira esse mês. Vocês verão na tabela mais abaixo mas esse mês eu tive uma renda passiva enorme, a maior até hoje, correspondendo a quase 6% do meu salário, fora os aluguéis recebidos dos FII.

Meus FII renderam 4,80%, pasmem os senhores (menção honrosa para o FIXX11 e seus magníficos 4,73% – posso estar enganado, sou leigo, mas pelo menos minha planilha disse isso, kkkkkk). A poupança rendeu 0,85% (aqui cabe uma dúvida aos senhores leitores: por que o pulo de 0,67% para 0,85%? Eu sei que está relacionado à SELIC, mas não estou acompanhando os juros…). Ou seja, até a poupança tá rendendo um pouquinho!

Tesouro rendeu 2,2%, bom também. Mas como é pré-fixado, não faz diferença, a não ser para os traders.

Principais despesas

Esse mês tudo correu bem, sem imprevistos. Somente as receitas básicas da casa mesmo, como aluguel, condomínio, energia, supermercado, internet e almoço (almoçamos fora todos os dias). Tudo dentro do roteiro, nada incomum.

Fechamento do mês de abril/2017.
Fechamento do mês de abril/2017.

O que foi um pouco fora da curva foi a viagem para o exterior, que não é todo mês que a gente faz (quem me dera). Como ela estava minunciosamente planejada, foi tudo OK. Sem gastos a mais. Inclusive gastamos a menos (tivemos que destrocar as moedas). Ótimo!

 

Aportes

Esse mês voltarei a aumentar um pouco meus aportes. Quero ir de Tesouro e FII, como sempre né. Não irei diversificar a carteira, vou aportar em um que já tenho, o FIXX11 mesmo. Ele rendeu bem esse mês, quero manter esse time titular. Óbvio que rentabilidade passada não significa rentabilidade futura, mas o histórico tá positivo, então vou manter esse aí mesmo. Mês que vem vario um pouco mais.

 

Estudos

Em abril não estudei nada. Nenhuma língua nem nenhuma tecnologia, nada. Em maio voltarei a estudar Inglês, firme na meta de em dezembro/17 estar fluente.

 

Expectativas para abr/2017

Meu salário vai aumentar e irei receber uma bolada de um trabalho com TI. Tem tudo para correr bem e ficar livre da fatura do cartão, que estava alta por uns meses.

Tentarei aportar alto, também! Pretendo investir um pouco em tecnologia (que eu gosto muito e vai ajudar bastante no meu trabalho em TI) e comprar um computador novo. Esse computador eu comprarei apenas com o dinheiro dos bicos.

 

Tell me about the numbers

Segue a planilha de acompanhamento do mês, bem resumida, já calculados os aportes.

 

Posts mais lidos

Os três posts mais lidos do blog nesse mês foram:

Conclusão

É isso amigos, esse mês deu tudo certo para mim e para minha carteira. E o próximo mês só tende a melhorar. Meu salário vai aumentar, irei receber honorários do meu trabalho como freelancer e meu projeto digital extra vai começar a dar frutos. Tem tudo para ser melhor ainda!

Um abraço e até a próxima postagem.

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Homem com tempo, homem com dinheiro

Existe um episódio de Lost que me marcou muito, não pelo conteúdo em sim, mas pelo nome e pela mensagem que o episódio passa. Não querendo discutir se o final de Lost foi honesto ou não, mas esse episódio, ou melhor, o título desse episódio, fica para sempre nas minhas lembranças.

O episódio se chama “Man of Science, Man of Faith” (Homem da Ciência, Homem da/de Fé – tradução livre).  Se eu não estou enganado, pois faz uns anos já que assisti (anos atrás assisti novamente), o episódio traça a antítese entre as ideias e objetivos de um Homem da Ciência (no episódio em tela, o dr. Jack Shephard – médico) e o John Locke (no caso, o Homem da Fé – um paraplégico que estava em uma infinita busca da sua “cura”).

Apenas para fazer uma introdução meio que filosófica, e trazendo para os dias atuais, e as questões econômica atuais, podemos inferir essa dicotomia da seguinte maneira: o homem com tempo x o homem com dinheiro.

Vamos tentar traçar as características de cada um, sob as seguintes ótica: tempo = dinheiro? Quem mais dinheiro tem, menos tempo tem? e É possível ter dinheiro e tempo simultaneamente?

O homem com tempo

O homem com tempo é aquele que possui um emprego justo, que não toma mais que oito ou nove horas diárias. É o homem que possui um salário condizente com seu emprego, digamos, médio. Ele possui uma casa alugada e família. E todos os dias chega em casa antes de anoitecer. Se diverte e se distrai no conforto do seu lar com seus familiares. Não estressa muito. Possui uma poupança pequena, porém seu salário dá para pagar tranquilamente as contas e ainda sobra para um mimo ou outro de vez em quando.

Aos finais de semana ele nem fica perto do celular nem dos emails, pois sabe que nada urgente no trabalho irá acontecer. Sabe que tá tudo sob controle e apenas na segunda-feira ele voltará à rotina monótona do escritório. No início do mês seu salário (médio) cai na conta e o ciclo se inicia.

O homem com tempo trabalha e tem tempo para se divertir, para praticar um hobby ou estudar algo. Sua cabeça é leve, tranquila. Por consequência, sua saúde também. Ele pode meditar ou praticar sua fé sem interrupção.

Esse é o homem com tempo. Ganha um bom salário, não se estressa, não trabalha demais e tem uma vida confortável.

O homem com dinheiro

O homem com dinheiro possui um alto cargo de direção em uma multinacional. Chega ao escritório antes de todos e sai depois de todos. Possui dois celulares. Não tem fins-de-semana e não tem família. “Estou dedicando ao meu emprego” é a sua principal frase (note que não estou tomando partido nem criticando nem um nem outro).

O homem com dinheiro ganha muito bem, porém não tem horário para trabalhar. A qualquer momento e em qualquer lugar seu telefone pode tocar e ele deve parar  o que está fazendo e ir correndo para o escritório ou abrir o notebook. Muita coisa depende dele. Ele não assiste Netflix, não vê futebol nem sai para o barzinho com os amigos. Está sempre trabalhando, pensando no trabalho ou, quando em ócio, descansando para trabalhar mais.

Possui uma conta corrente gorda. Mas só. Não pode fazer uma viagem de 3 dias sem interrupções.

Estressa, cansa e se desgasta demais. Com 40 anos já sofre o primeiro AVC.

Homem com tempo, homem com dinheiro.
Homem com tempo, homem com dinheiro.

O paralelo

As duas personas criadas são claramente muito estereotipadas. Obviamente o mundo não é tão preto no branco dessa forma. O que mais vemos é uma mescla das duas características apresentadas acima.

A prática do exagero é mais didática: o que vale a pena para você? Dinheiro/sucesso ou qualidade de vida/tempo/lazer/descanso?

Por mais simples que possa parecer, essa é uma questão que deve ser discutida e bem pensada. Há pessoas que nasceram para trabalhar, viajar a trabalho, focar, crescer e ganhar muito dinheiro… só que nada mais que isso.

Já outras pessoas trabalham para viver, e não o contrário. O dinheiro é um mero coadjuvante na vida. Um facilitador, nada mais.

O equilíbrio

O que deve ser feito é achar o ponto de equilíbrio perfeito. Trabalhar duro, mas na hora certa. Fazer tudo de forma correta e honesta, mas sem deixar de lado seus familiares, seu lazer, seu descanso.

É necessário trabalhar muito sim, claro. Mas no limite de sua saúde e do seu descanso.

Pense nesses pontos e reflita em qual perfil você mais se encaixa:

  • Pode ficar sem acesso ao celular por 24 horas?
  • Pode ficar sem ler os emails por 24 horas?
  • Pode tirar 15 dias ou mais de férias sem prejuízo para o escritório/empresa?
  • Caso falte um dia no trabalho, terá consequências desastrosas? (pense na ocasião de você adoecer)
  • Você dorme bem?
  • Se estressa com facilidade?
  • Quantos filmes assistiu essa semana?
  • Quantas horas passou com seus familiares na última semana?
  • Você sabe o nome da professora do seu filho?

Enfim, pode parecer meio piegas, mas a vida tá passando e muita gente não está se dando conta. Apenas se preocupa com planilhas, telefonemas, cifras e cifras.

Lá fora é assim?

Uma questão que eu acho necessário pontuar, embora esteja de fora do nicho do artigo é: nos países mais desenvolvidos a distância entre tempo e dinheiro é menor. Explico: um zelador de um prédio comercial, por exemplo (que aqui no Brasil com certeza é taxado de subemprego, e pode sofrer preconceito), em um país desenvolvido e justo, ele consegue ter renda suficiente para viver bem, sustentar seus filhos e ser feliz sem maiores precalços. Além disso, seu trabalho não exige tanto a ponto de estressá-lo. Ele pode automatizar algumas tarefas e diminuir algumas horas por dia de labore. Ganha razoavelmente bem (pois não precisa gastar com saúde, educação e segurança, como no Brasil) e não precisa se preocupar a todo instante em ser algum profissional de sucesso e ganhar muito dinheiro: objetivos principais de qualquer brasileiro.

 

E quanto a você, leitor? Você é um homem com tempo ou com dinheiro? Ou tem a sorte de ter ambos? Deixe aqui nos comentários!

Um abraço!

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